Por Euler de França Belém
O “Jornal do Brasil” demitiu metade de sua redação, alegando contenção de despesas. Na semana passada, anunciou a contratação do jornalista Jorge Eduardo para o cargo de editor-executivo. Trata-se de um jornalista competente, que, aliado a outros profissionais, terá condições de melhorar o jornal. Hélio Doyle, professor aposentado da UnB, será um dos colunistas do “JBr”.
Há até quem aposte que o deputado Lucas Calil pode ser o vice de Giuseppe Vecci, pré-candidato do PSDB a prefeito de Goiânia
O ex-delegado e ex-deputado federal afirma que o político do PMDB, que teve o mandato suspenso pelo STF, vai citar até ministro do Supremo Tribunal Federal
O polêmico ex-delegado Protógenes Queiroz — afastado da Polícia Federal, dado o caso da Operação Satiagraha — publicou no Twitter na sexta-feira, 6: “Um passarinho me contou q à delação do Cunha já está pronta e vai ser explodida na hora certa. Tem até Ministro do STF! Quem será?”
Protógenes Queiroz, considerado uma pessoa muito bem informada, dadas suas ligações políticas e policiais, estaria dando uma informação ou especulando? Quem viver, se quiser, verá.
O site afirma que o atleta teve uma passagem bem-sucedida pelo clube no Campeonato Brasileiro de 2009
O meia Léo Lima está de volta ao time do Goiás para a disputa do Campeonato Brasileiro Série B.
Ao site do Goiás Esporte Clube, Léo Lima disse: “Quero voltar o quanto antes”.
Léo Lima jogou no Goiás, na série A do Campeonato Brasileiro de 2009, e sua passagem pelo time é avaliada como bem-sucedida. Segundo o site do clube, “o jogador foi peça importante na campanha do Verdão na competição nacional”.
(Foto do site do Goiás Esporte Clube)
Policiais da Deic também prenderam três criminosos. Criminosos moram em bairros próximos do Setor Jaó, onde a política do PT reside
Chiquinho Oliveira, com apoio também fora da base, pode surpreender o líder do governo
Eduardo Cunha é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro
Tonhão Carabina, que tocou num conjunto musical de Porangatu e tinha pouco mais de 50 anos, teve um infarto
A infância é a cicatriz eterna na vida e na alma de um indivíduo. O que está lá nunca é esquecido, mesmo que às vezes se precise de um exercício, de se forçar a memória, para que os fatos venham à tona com nitidez. Lembro-me de minha infância — nem falo da adolescência — com relativa precisão. Por vezes, quando estou deitado, penso sobre minha vida em Porangatu, onde vivi de 1961, quando nasci, a 1979, quando mudei para Goiânia. Era uma vida disciplinada, dado ter um pai, Raul de França Belém, rigoroso, normativo. Ainda assim, havia liberdade para pescarias, futebol, bolinha de gude (o Artur da vó Conduxa tinha as melhores bolinhas americanas, presentes dos padres franciscanos, salvo engano), bete, finca, pique-esconde, queimada (não era negócio só de mulher, não), peão (ou pião, como dizíamos). Nós fazíamos carrinhos a partir de latas — quadradas — de óleo comestível (de um litro), com molas, e com pneus extraídos de sandálias havaianas. As mães tinham de brigar para que não pegássemos as “lambretas” novas. Nos carrinhos transportávamos gado (feito de ossos de vacas e, na época da fruta, de manga verde; as "pernas" eram palitos de fósforos usados). As estradas e pontes eram feitas nos quintais. Entre as décadas de 1960 e 1970, não se tinha a fartura de brinquedos que se tem hoje. Nosso sonho era ganhar um carrinho de loja, uma bola dente de leite ou de “capotão” e um kichute.
Comecei a jogar futebol muito cedo e não estou sendo cabotino quando digo que era craque. Neilton Borges, um de meus melhores amigos durante toda a infância e adolescência, é uma das minhas testemunhas. Jogávamos futebol todos os dias, à tardinha, até escurecer, no campinho da Praça da Matriz, que alguns chamam de Praça Velha (meu pai detestava quando diziam Praça Velha). Éramos uma grande família, unida e solidária. De vez em quando, por causa de uma entrada mais dura e de palavrões mais candentes, a gente brigava, ficava de mal, mas, no dia seguinte, estava lá jogando, como se nada tivesse acontecido.
Lembro-me de cada jogador e de sua características. Milton, o Pituca, era um driblador insuperável, um craque. Antônio Oliveira, o Tonhão do Conjunto (foto acima), era um marcador implacável, uma espécie de Dunga. O filho de Nicinha e irmão do Paulo e do Carlão era esfuziante, barulhento, amigo e agregador (quando aparecia, a roda logo se formava). Sua especialidade eram os chutões, as entradas duras, mas leais. Zezinho (o Zezinho da dona Luzia) era o nosso Nelinho. Quando chutava todo mundo saía da frente. Não era muito calmo (quando apelava, fechava o semblante), mas era (e é) uma excelente pessoa. Carlos, irmão de Pituca, era veloz e bom jogador. Poucos tinham a energia e a brabeza de Zé Adilson, irmão de Pituca e Carlos. Modesto não era craque, mas era firme. Nilton e Neilton, irmãos de Pituca, Carlos e Zé Adilson, eram bons jogadores. Nilton, grande figura humana, sempre gentil, não era um cracaço. Neilton jogava melhor. João Bereta, sempre amigo e cordato, era o nosso perna de pau. Eu, embora pequeno e frágil fisicamente, era um excelente driblador (depois, passei a jogador no infanto-juvenil do Porangatu. O técnico era o Chapa e um dos craques era o João Roberto Naves, filho do Raulino Naves. Outros bons jogadores eram o Teves, o Periquito e o Valdemarzinho). Nós éramos peladeiros. Sobretudo, nada era tão prazeroso quanto nossos jogos de todos os dias.
Tonhão, que os mais ousados chamavam de Mucura, era um sujeito de uma energia impressionante. Bravo, sorridente, amigo. Ele e os irmãos Paulo e Carlão formaram um conjunto musical e sobreviviam disso. Tonhão era o baterista e Carlão (acima) tinha um belo vozeirão, no estilo de Orlando Silva. Eram artistas de qualidade, afinados, de repertório eclético — cantavam e tocavam muito bem. Animavam festas e tocaram em festivais. Nossa geração tinha o maior respeito pela família do conjunto — The Brothers.
Carlão morreu há pouco tempo. Tonhão, que se apresentava como Antônio Carabina, inclusive no Facebook, morreu na quarta-feira, 4, com pouco mais de 50 anos. Era jovem e forte, mas teve um infarto. É uma parte de minha infância e adolescência que desaparece, mas fica como memória.
Dream time
A fotografia antiga registra, segundo Neilton Borges, “o melhor time de todos os tempos”. A legenda é de sua autoria: “Pituca, Zé Malha Doze (fazia rede de pesca), João Bereta (tinha uma bereta de dois canos que nunca atirou), Zé Adilson, Modesto, Tonhão Carabina (cabeludo e baterista dos bons), Nilton Borges, Neilton Borges, Euler Belém”.

O Twitter @NewsAlfaguara divulgou a notícia, que alcançou repercussão internacional. Mas era mais um boato típico da internet
Na década de 1960, Antônio Avertano da Rocha dirigiu o jornal “A Liga”, no qual trabalhou o poeta Ferreira Gullar
Raul Cutait, Bruno Araújo e Marcos Pereira são amigos do governador de Goiás. O tucano dialoga com Henrique Meirelles, José Serra e Gilberto Kassab
O empresário e vereador Eli Rosa é cotado para ser vice do deputado federal do PTN
De um deputado: “O deputado federal Alexandre Baldy pode voltar a ser candidato em Anápolis, liderando uma coligação formada pelo DEM, PMDB, PTN e pelo Solidariedade, além de partidos nanicos”.
Eli Rosa, do PMDB, seria indicado para a vice. José Nelto teria dito para um anapolino que se trata de uma chapa consistente.
Ao Jornal Opção, pelo contrário, o deputado peemedebista disse que o partido vai bancar Eli Rosa para prefeito e que quer distância do PT.
O deputado federal Fábio Sousa (PSDB) disse ao Jornal Opção que a tendência é que Baldy apoie Carlos Antônio, do PSDB, para prefeito da Manchester goiana.
(Foto do Facebook do deputado Alexandre Baldy. Trata-se de uma selfie)
As obras começam em julho. Cinema passa a funcionar só depois das reformas. Biblioteca tem orçamento aprovado
O governador de Goiás fez postagem depois de encontro para debater pontos da Carta de Princípios do PSDB
Justiça considerou que dados que dados publicados pela revista “Exame” foram deturpados por Thaís Simões Costa

