Por Euler de França Belém
Como se sabe fora da redação do jornal do Grupo Jaime Câmara, o nome da unidade de ensino é Faculdade de Direito
O aspirante cumpriu “o juramento militar realizado ao ingressar na corporação, qual seja o de garantir a ‘segurança da comunidade, mesmo com o risco da própria vida’"
O jornal esquece que o Plano Real é que foi de fato criado no governo de Itamar Franco, com o apoio da equipe de Fernando Henrique Cardoso
Apenas uma pessoa aparece na fotografia da primeira página, mas o jornal fala em “grande público"
“Uma imagem vale mais do que mil palavras” é uma frase célebre. Mas, embora pareça perfeita, não o é inteiramente. Tanto que Millôr Fernandes, o filósofo do humor, rebate: “Agora diga isto sem palavras”. No mundo do jornalismo, as imagens — fotografias — são fundamentais. Por vezes, provam o fato, até mais do que o texto — além de comover e, não raro, chocar. Mas há momentos nos quais, por descuido do editor, a fotografia destoa da reportagem e acaba não dizendo praticamente nada.
Na capa de “O Popular” de sexta-feira, 10, há uma fotografia plasticamente bonita. O fundo amarelo realça a evolução de um jovem numa pista de skate, no parque recém-inaugurado pelo governo de Goiás no Autódromo Internacional de Goiás. Mas a foto contradiz o texto, que funciona como legenda. O editor escreveu: “Uma semana após inaugurado, parque junto do Autódromo atrai grande público”. Só há uma pessoa na fotografia da capa.
Na foto interna, na página 22, aparecem nove pessoas divertindo-se com skates. Do lado de fora da pista, há cinco pessoas. Quatorze pessoas não é o mesmo que “grande público”. A repórter Carol Almeida prefere “bom público”.
Os problemas apontados pelos usuários — a tinta da pista de skate atrapalha a aderência e a tabela da quadra de basquete (e outros esportes) “está errada” — são mencionados na reportagem, mas não nos títulos, subtítulos e legendas. As fotografias da capa e internas são de Cristiano Borges.
Mas uma coisa é certa: o Parque Marcos Veiga Jardim ficou mesmo muito bom. Trata-se de uma excelente iniciativa do governo de Marconi Perillo e feito graças à competência de Jayme Rincón.
Os criminosos “levaram tudo” que encontraram no veículo de Benitez Calil, presidente regional do PSL
A doutora em Economia pela USP, namorada de Pérsio Arida, é apontada como brilhante e é responsável pelo duro ajuste fiscal do governo de Goiás
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Marconi Perillo, Ana Carla Abrão e Pérsio Arida[/caption]
A repórter Natuza Nery, editora da coluna “Painel”, a mais lida da “Folha de S. Paulo”, escreveu que a secretária da Fazenda de Goiás, Ana Carla Abrão Costa — filha da senadora Lúcia Vânia, presidente do PSB em Goiás —, é o nome cotado para comandar o Ministério do Planejamento.
As palavras de Natuza Nery, na nota “Há vagas”: “A economista Ana Carla Abrão Costa, secretária de Fazenda de Goiás, é cotada para o Ministério do Planejamento. A procura de um novo nome indica que as chances de Romero Jucá voltar ao posto diminuíram”.
Um auxiliar do presidente Michel Temer disse ao Jornal Opção que o nome de Ana Carla Abrão foi citado por um grupo de economistas e uma ala tucana na Câmara dos Deputados. Vale dizer que auxiliares da economista foram indicados para a área econômica do governo de Temer. Como ela é ligada ao Banco Central, e defensora de um Estado necessário — mais do que mínimo —, Henrique Meirelles, o czar da Fazenda, a vê com bons olhos.
O auxiliar de Temer acrescenta: "Além de competente e íntegra, sem nenhuma mancha, Ana Carla Abrão é mulher. O presidente quer nomear pelo menos mais uma mulher para o primeiro escalão".
Ana Carla Abrão diz que não recebeu convite. É certo. Mas o governador Marconi Perillo sabe — e as aprova — das articulações. Nos bastidores do governo, chegou-se a comentar sobre possíveis substitutos da economista. Foram citados pelo menos três nomes: Thiago Peixoto, José Taveira e Simão Cirineu.
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A secretária da Fazenda do governo de Goiás (Sefaz), Ana Carla Abrão, apareceu há pouco no plenário da Comissão do Impeachment do Senado. Ela despachou rapidamente com sua mãe, a senadora Lúcia Vânia. As câmeras da TV Senado capturaram a cena.
Curiosidade: em Brasília, todos perguntam se Ana Carla vai disputar o governo em 2018.
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Gordo é feio. Bonita é gente magra. Como escapar da Ditadura dos Magros? É quase impossível
Sou magro desde sempre e, portanto, nada contra os magros (Shakespeare desconfiava dos muito magros) e muito menos contra os gordos e quase-gordos. Mas a República da Magreza — a Ditadura dos Magros — nunca me agradou. A ideia de beleza é associada ao fato de ser magro. Modelos quase esqueléticas são as mais elogiadas pelo mercado e pelas colunas de jornais, revistas, sites e emissoras e redes de televisão. Como são apresentadas como donas de fortunas, e vivem cercadas de glamour, acabam se tornando exemplo de beleza a ser imitada a qualquer custo.
Há jovens belas que fazem infinitas plásticas com o objetivo de ficarem parecidas com seus modelos. O resultado é que, por vezes, ficam mais feias, perdendo a beleza natural anterior, e nada parecidas com as atrizes, modelos e socialites. No momento, a moda, até entre jovens de 20 anos, é fazer uma cirurgia em consultórios de dentistas — bichectomia — para retirar gordura das bochechas. Isto sem pensar nos efeitos colaterais, como flacidez. Aí precisam recorrer a dermatologistas para fazer preenchimento. A busca da beleza a qualquer custo às vezes contribui, isto sim, para a velhice precoce do corpo.
Claro que a Ditadura dos Magros não tem a ver só com a busca da beleza, que talvez seja uma tentativa de procura da eterna juventude, o Santo Graal dos homens e mulheres. Há problemas de saúde. Várias pessoas fazem a chamada “cirurgia de redução de estômago”, ou bariátrica, para melhorar a saúde. Elas dizem que a saúde melhora, apesar da disciplina que se exige, quase ditatorial, e, sobretudo, sentem-se mais bonitas. Predomina a ideia de que gordo é feio, não é sensual, não é sexy. É a realidade ditando a regra. Um amigo fez a cirurgia com o médico Áureo Ludovico e conta que, apesar de magro, raciocina como “o gordo antigo”. Tem vontade de comer mais do que come e, como não pode e não deve, chegou a ficar deprimido. Agora, acostumou-se, sente-se mais bonito, até admirado e diz que a autoestima está em dia.
O ator Leandro Hassum, excelente comediante — rio só de ver a sua cara de sonso (faz um dupla impagável com o “esperto” Marcius Melhem) —, perdeu 60kg (pesava 145kg) e tem postado fotografias nas redes sociais, exibindo o “novo” corpo, supostamente contente com o sucesso de sua cirurgia bariátrica, feita em 2014, especialmente com sua nova forma física.
Na terça-feira, 7, Leandro Hassum exibiu-se numa rede social, postando uma fotografia sem camisa. Sua forma física de fato impressiona — ligeiramente, parece um lutador de MMA. Ele disse, orgulhoso: “Exibindo sim. Para quem ficava pedindo foto sem camisa. Orgulho, vida nova, rumo ao tanquinho”. A internet entrou em polvorosa, colegas de redação chegaram a sugerir que era montagem. Não é. Ele está mesmo magro e forte.
Leandro Hassum conta que, para manter a forma, além da alimentação saudável e regrada, faz musculação e surfe. O comediante não piorou nem melhorou. Mas fico com a impressão de que era mais engraçado quando gordo (e parecia mais jovem). Deve ser só impressão, pois o chapliniano Marcius Melhem é magro e divertido. Talvez o nosso imaginário praticamente “exija” a dupla o Gordo e O Magro — o contraste.
Hackers descobriram que a senha de Mark Zuckerberg no Linkedin eram as mesmas em outras redes sociais. A senha era até infantil, “dadada”

