Por Euler de França Belém

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Alckmin e Marconi apostam que o próximo presidente da República será do PSDB

Os tucanos estão afinados e podem partilhar a chapa majoritária para 2018

Prefeito de Uruaçu fiscaliza pessoalmente o atendimento do setor de saúde

Valmir Pedro começa a trabalhar às 5h da manhã e só para às 23h. Ele vai às unidades de saúde sem avisar para verificar se as pessoas estão sendo bem atendidas pelos médicos

TV Anhanguera demite apresentadora que estava há 20 anos no Grupo Jaime Câmara

Jocyelma Santana e Graciela Gomes foram demitidas porque a afiliada da TV Globo pretende fazer uma reformação geral

Sobrevivente que morava em Goiânia reconheceu nazistas que mataram judeus em Treblinka e Sobibór

Stanislaw Szmajzner fez o reconhecimento dos nazistas Franz Stangl e Gustav Wagner, os carrascos de Sobibór e Treblinka. Convidado por Pedro Ludovico, ele morava em Goiás

Romance notável de Shirley Hazzard mostra o caráter imprevisível e incontrolável da vida

Como em certos romances de Henry James, “O Trânsito de Vênus” exibe personagens ambivalentes, limítrofes entre o bem e o mal, mas a leveza da australiana a diferencia do autor de “A Taça de Ouro”

Melhora sintonia entre William Bonner e Renata Vasconcellos

A química não é perfeita, por a jornalista ainda parece intimidada na presença do editor-chefe, mas certo humor está de volta ao Jornal Nacional

Há jornais que “vendem” panelas para seus leitores. A Folha de S. Paulo prefere “civilizá-los”

O jornal paulista lança coleção de filmes sobre grandes líderes, como Churchill e Catarina, a Grande

Paulo Francis morreu há 20 anos. E faz muita falta num tempo de polêmicas mornas e sem graça

O jornalista e escritor tinha uma legião de leitores, quase discípulos religiosos, que buscavam informações culturais sobre a “corte” e, também, seu texto provocativo, divertido

Iris Rezende estaria insatisfeito com o secretário de Finanças

Se avalia que Oséias não está funcionando, ao atrasar o salário dos servidores, o prefeito deixa implícito que o problema não é só a má gestão de Paulo Garcia, mas também a inexperiência de sua equipe

Paulinho Sérgio será o presidente da AGM, com Kelson Vilarinho na vice

O governador Marconi Perillo e o vice José Eliton patrocinaram o consenso na disputa pelo comando da Associação Goiana de Municípios. Márcio Cecílio ficará no Conselho Deliberativo

Jovair Arantes é cotado para o Ministério do Esporte

A derrota para Rodrigo Maia, que montou uma máquina poderosa, não enfraqueceu o deputado goiano, que mostrou força e incomodou a aliança PMDB-DEM-PSDB

Michel Temer vai indicar Aguinaldo Ribeiro, do PP, para líder do governo

Provando a força do senador Ciro Nogueira, o PP tem dois ministros, o presidente da Caixa Econômica Federal e agora o líder do governo na Câmara dos Deputados

Livraria Cultura, há dois anos no vermelho, renegocia com fornecedores e demite funcionários

As vendas da rede caíram 8% em 2016 e a Livraria Cultura, que era vista como o “paizão” do mercado, agora é tratada como o “patinho feio” Leitores que frequentam a Livraria Cultura, em São Paulo e Brasília — as que uso; é meu “Viaduto Santa Ifigênia”, o da música de Adoniran Barbosa —, reclamam do atendimento. Se o serviço físico caiu de qualidade, possivelmente pela redução de funcionários — eram 2 mil e caíram para 1,4 mil, em toda a rede —, o atendimento online igualmente piorou. Os livros demoram muito a chegar, provavelmente porque seus diretores estão negociando pagamentos e preços com as editoras. Sua política de preço já foi a melhor do mercado, mas tem sido superada pela Amazon (que tem custos menores, por ser exclusivamente digital). O livro “A Maldição de Stálin”, de Robert Gellately, custa R$ 63,90 na Amazon e R$ 79,90 na Livraria Cultura. A diferença de preço, R$ 16, é considerável. O que está acontecendo? A Livraria Cultura é “vítima” da crise econômica geral — que empobreceu parte dos brasileiros, notadamente os de classe média e aqueles que estavam emergindo para a classe média — e da crise do livro (a internet favorece a consulta a vários livros e, sobretudo, possibilita acesso a sínteses e resenhas — o que acaba contribuindo para reduzir as vendas). A repórter Adriana Mattos, do “Valor Econômico”, publicou, no final de janeiro, a reportagem “Livraria Cultura perde vendas e renegocia seus pagamentos”, que elucida a crise, ou parte dela (não se menciona qual é a dívida da rede com editoras e outros fornecedores). O “Valor” relata que a Livraria Cultura “está no vermelho há dois anos” e que “o faturamento de 2016 ficou próximo ao de 2013”. A rede faturou, em termos brutos, 420 milhões de reais em 2016 — com uma queda nas vendas de 8% (o faturamento das livrarias caiu 16,5%, o dobro do da Livraria Cultura). Renegociação [caption id="attachment_86252" align="aligncenter" width="570"] Sérgio Herz e Pedro Herz: duas gerações no controle da Livraria Cultura[/caption] O presidente da Livraria Cultura, Sérgio Herz, contou ao “Valor” que a rede “abriu negociação com fornecedores para estender prazos de pagamentos”. O jornal informa que “já foi renegociado o equivalente a cerca de 15% da sua receita anual”. O quadro não é falimentar — os financiadores não vão desligar os “aparelhos” —, mas o estado do paciente não é dos melhores, sobretudo se a economia não deslanchar em 2017. As pessoas deixam de comprar aquilo que avaliam que “não” é vital para a subsistência. Livros são importantes para a formação profissional e espiritual dos indivíduos, mas, se deixarem de comprar menos obras, certamente não vão morrer. Depois, há as bibliotecas, como a Mário de Andrade, agora sob o comando de Charles Cosac, que fechou há pouco a editora Cosac Naify. “[Isso] continua ainda porque é uma renegociação difícil”, afirma Sérgio Herz. Para o mercado, a Livraria Cultura era o “paizão”, porque pagava corretamente, e agora se tornou, rapidamente, o “patinho feio”. O “Valor”, ecoando o que lhe disse Sérgio Herz, assinala: “O consumidor compra em até 10 vezes, e o comércio tem que pagar fornecedores em até 120 dias (para editoras, em 60 dias). Quem financia o cliente é a loja. E ela repassa este custo. O problema é que, em tempos de vendas em queda, o repasse ao preço final fica mais difícil”. Sérgio Herz informa que não abrirá nenhuma loja em 2017. Vai continuar com 17 livrarias em grandes cidades, como São Paulo, Rio, Brasília e Curitiba. Ele diz que, em 2017, o que se prevê é “queda ou estabilidade” do mercado livreiro. A rede vai investir cada vez mais no sistema de vendas pela internet. Hoje, as vendas virtuais representam 28%, mas, no prazo de cinco anos, a rede planeja chegar a 60% ou 70%. As vendas pela internet reduzam os custos de manutenção, além do fato de que se pode comercializar livros em todo o país — não apenas nas cidades nas quais há livrarias fixas. Amazon e Estante Virtual Do médico e escritor Roberson Guimarães: “Mais que a crise econômica: Amazon e Estante Virtual quebraram as pernas da Livraria Cultura. Porque o mercado do livro cresceu, apesar da crise”.

Natuza Nery vai para a Globo News e Uirá Machado é o novo editor da Ilustríssima

Paulo Gama assume o Painel da “Folha”, Marcos Augusto Gonçalves vai para Nova York e Gustavo Patu assume a editoria de Opinião do jornal

Alexandre Baldy apoia Paulinho Sérgio para presidente da AGM

O deputado federal do PTN frisa que o prefeito de Goiânia, uma vez eleito, será capaz de renovar a defesa dos prefeitos [caption id="attachment_79428" align="aligncenter" width="620"] Alexandre Baldy, deputado federal: "Os prefeitos precisam de uma AGM cada vez mais ativa para defendê-los" | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O deputado federal Alexandre Baldy, principal líder do PTN em Goiás, apoia e trabalha para que o prefeito de Hidrolância, Paulinho Sérgio de Rezende, seja eleito presidente da Associação Goiana de Municípios. Alexandre Baldy diz que, reeleito, Paulinho é um prefeito “experimentado e renovador”. O deputado aposta que, uma vez eleito, ele vai ser capaz de transformar a AGM numa potência em defesa dos prefeitos. “Num momento de crise, como agora, a AGM é crucial para criar estratégias de apoio aos prefeitos.” [caption id="attachment_86083" align="aligncenter" width="620"] Paulinho Sérgio de Rezende, prefeito reeleito de Hidrolândia e candidato a presidente da AGM[/caption] Recém-filiado ao PSDB, com ficha abonada pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, Paulinho Sérgio disse ao Jornal Opção, na semana passada, que tem o apoio de mais de 150 prefeitos. Ele é apoiado por, entre outros, o prefeito de Sanclerlândia, Itamar Leão, ex-presidente da AGM.