Por Euler de França Belém
De um veterano político: “O PSDB divorciou-se do PSB, não quer saber da amante PSD e casou-se com o PTB”. Bem trovado? Talvez.
Realisticamente, apesar do amor pelo PTB, o PSDB não vai abandonar nem o PSB nem o PSD. Por quê? Porque política se faz com todos, não só com alguns. E mais: na verdade, nem PSD nem PSB querem ser deixados de lado. Estão só amuados, cobrando um pouco mais de carinho. Um beijinho ali, um abracinho aqui.
Debandada na recém-construída base político eleitoral o senador Ronaldo Caiado. Três partidos, depois de longas conversas com o vice-governador José Eliton, estão dispostos a deixar a aliança com o DEM. Tese de um de seus líderes: “Caiado está cada vez mais sozinho, não tem base nem no DEM e, quando chegar o período da campanha, estará totalmente desidratado. Não queremos carregá-lo”.
O que mais se comenta na redação de “O Popular”: “O editor da coluna ‘Giro’ não é, mas parece ser assessor do deputado federal Daniel Vilela”. Há até uma conversa de que Bruno Rocha Lima, auxiliar do presidente do PMDB, ajuda a editar a coluna. “Chega a enviar notas prontas”, frisa um repórter.
O repórter sugere: “Dê uma olhada no e-mail do colunista e, depois, verifique as notas”. Pode ser fofoca de colegas que não se dão bem. Afinal, Jarbas Rodrigues, o editor da coluna, é um profissional decente e respeitado.
Sem perceber o alcance da comunicação moderna, “O Popular” continua não citando os demais jornais — mesmo não sendo mais o líder de audiência em Goiás — e cobra das fontes informações exclusivas (o que é correto). Chega a vetar informações que foram divulgadas em redes sociais.
No entanto, Jarbas Rodrigues Jr., da coluna “Giro”, entrevistou Daniel Vilela, sempre de maneira generosa, um dia depois de o parlamentar ter sido ouvido pelo apresentador do “Balanço Geral”, Oloares Ferreira. O velho e cansado “Pop” pegou as sobras da TV Record (que, aliás, está fazendo um jornalismo mais “vivo” e participante do que o da TV Anhanguera).
O senador Ronaldo Caiado, do DEM, sugere a aliados que está articulando com o prefeito de Goiânia, Iris Rezende. Mas só nos bastidores ou, quando é público, só pro forma.
O desgaste de Iris Rezende em Goiânia pode queimar candidatos a governador em 2018, inclusive Daniel Vilela, do PMDB. Os índices do prefeito são ruins e não têm melhorado.
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