Por Euler de França Belém

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Vilmar Rocha e Wilder Morais podem ser candidatos a senador na chapa de Daniel Vilela

PP e PSD, se fecharem o acordo, levarão um tempo de televisão excepcional para Daniel Vilela

Vilmar Rocha pode ser suplente de Marconi Perillo ou de Lúcia Vânia

[caption id="attachment_120506" align="alignright" width="620"] Montagem[/caption]

Vilmar Rocha (PSD) deve ser suplente do governador Marconi Perillo, do PSDB, ou da senadora Lúcia Vânia, do PSB.

O empresário José Garrote também é cotado para ser suplente de Marconi Perillo ou de Lúcia Vânia.

Gilvan Máximo é a aposta do PRB para a primeira suplência do tucano-chefe.

Vice de José Eliton será Heuler Cruvinel ou uma mulher

Heuler Cruvinel é cotado para ser vice do pré-candidato a governador pelo PSDB, José Eliton. Porém, dada a questão do empoderamento feminino, não será surpresa se o tucano optar por uma candidata, como Flávia Morais ou Raquel Teixeira.

Frente de centro-esquerda quer barrar avanço de Ronaldo Caiado

Ante a possibilidade de Ronaldo Caiado, do DEM, ser eleito governador de Goiás, as forças progressistas começam a articular, por enquanto nos bastidores, uma poderosa aliança de esquerda e de centro-esquerda para barrar suas pretensões.

O PC do B de Isaura Lemos e Tatiana Lemos, por exemplo, está cada vez mais próximo do candidato a governador pelo PSDB, José Eliton. O PT vai jogar pesado contra Caiado.

A esquerda avalia o senador Caiado como um político autoritário e uma ameaça aos movimentos populares.

Heuler Cruvinel articula com o PP mas pode disputar reeleição pelo PSD

Heuler Cruvinel, deputado federal pelo PSD

Apesar dos comentários de que se filiará ao PP, e até de um aperto de mão demorado com o senador Wilder Morais (PP), o deputado federal Heuler Cruvinel disse ao Jornal Opção que não bateu o martelo. Deve disputar a reeleição pelo PSD.

Alexandre Baldy não vai trocar 4 anos de mandato por 9 meses de governo

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, do PP, disse ao Jornal Opção que, apesar de ter se sentido muito bem no governo federal, deve sair no dia 7 para disputar mandato de deputado federal.

O ministro-deputado não vai trocar quatro anos — se for reeleito em outubro — por nove meses de governo. Em Brasília, político sem mandato não tem peso algum. Portanto, Baldy é candidatíssimo. E ele vai lutar para presidente da Câmara dos Deputados.

Grandes empresas sondam Marconi Perillo para fazer parte de seus conselhos de administração

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), recebeu vários convites de grandes empresas nacionais e internacionais para compor seus conselhos de administração.

Os empresários e executivos consideram que o tucano é um gestor eficiente e, mesmo sob uma crise nacional das mais pesadas, não deixou Goiás soçobrar. Ao mesmo tempo, sugerem que, aos 55 anos, é um player político nacional considerável.

Iso Moreira pode não disputar mandato de deputado estadual

[caption id="attachment_35863" align="alignright" width="620"] Foto: Alego[/caption]

O deputado estadual Iso Moreira, do PSDB, não quer, mas avalia desistir da candidatura à reeleição.

Moreira alega falta de apoio da base aliada e invasão de suas bases eleitorais. Há gente graúda no MDB e no DEM de olho no seu passe político.

Adib Elias, de olho na vice de Caiado, deixa Catalão ao deus-dará

Secretário da Saúde disse que até já retirou dinheiro de suas contas particulares

Frederico Jayme ajudou a enterrar a ditadura em Goiás e a consolidar Iris como político

Obra mostra como foi a luta contra o regime civil-militar e pela redemocratização do Brasil e do Estado [caption id="attachment_120380" align="alignright" width="620"] Divulgação[/caption] Com Iris Rezende cassado e ausente da política, entre 1969 e 1982, Frederico Jayme e os Santillo desmoralizaram os homens do regime militar no Estado O livro “Frederico Jayme Filho — 50 Anos de Vida Pública” (Editora Antígona), de Nilson Jaime, será lançado na segunda-feira, 26, às 19 horas, no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia. Trata-se da biografia de um homem público que, intimorato, nunca cedeu às pressões da ditadura civil-militar, combateu-a de maneira frontal e permaneceu no MDB, depois PMDB (os homens da ditadura vasculharam sua vida e nada encontraram de irregular). Era ligado aos irmãos Santillo, de Anápolis, e juntos enfrentaram os anos de chumbo em Goiás (cassado, Iris Rezende não podia fazer oposição ao regime militar. Ele só voltou à política em 1982, quando foi eleito governador de Goiás pela primeira vez, por sinal com o apoio de Frederico Jayme, Henrique Santillo, Adhemar Santillo e Romualdo Santillo — os quatro mosqueteiros). O livro de Nilson Jaime, se é uma biografia autorizada, não é uma hagiografia. No fundo, é um livro de história que será tremendamente útil aos historiadores (e aos jornalistas e aos leitores comuns) que pesquisam os acontecimentos em Goiás nos últimos 50 anos. A partir de um indivíduo — de sua grandeza (e grandeza só passa a existir quando alguém a registra de maneira ampla e objetiva) —, Nilson Jaime, doutor em agronomia e um pesquisador nato de história (e ciência), conta a história de Goiás. O marxismo plantou um “filho”, com voz aguda, no inconsciente ocidental (e em parte do oriental, por certo). Por isso, na maioria das vezes, não aceitamos que um indivíduo “estica” um dedo e move a história. Na Rússia de 1917, o que contraria os marxistas — que em geral só percebem o vigor das massas —, graças à voz de um indivíduo excepcional (e não se trata de um elogio às suas qualidades humanas, e sim de admissão de suas qualidades políticas), Vladimir Lênin, a esquerda conseguiu arrancar o poder das mãos dos democratas, como Kerensky, e implantar o comunismo. Frederico Jayme Filho é o tipo de indivíduo que, com sua energia e sua disciplina impressionantes — o que agradaria o filósofo alemão Nietzsche —, pôs (e ainda põe, pois está vivíssimo, atuante) o dedo na história e ajudou (e ajuda) a movê-la. Enquanto Iris Rezende estava cassado, ausente da política de Goiás entre 1969 e 1982, Frederico Jayme, os irmãos Santillo, Fernando Cunha, João Divino Dornelles, Juarez Magalhães (pai), Iram Saraiva, Juarez Bernardes, Eurico Barbosa, Tobias Alves, Lázaro Barbosa — uns menos, outros mais — criticaram, com vigor, os homens da ditadura em Goiás, o que contribuiu para enfraquecê-los. O resultado é que, na eleição de 1982, Otávio Lage, um dos quadros qualificados da ditadura, perdeu para Iris Rezende de maneira acachapante. A razão é que os políticos citados — entre eles Frederico Jayme — contribuíram, em larga medida, para desmoralizar os próceres da ditadura no Estado. O Iris Rezende heroico e o Otávio Lage nada heroico eram construções do discurso e da ação política de homens como Frederico Jayme e Henrique Santillo… Iris Rezende, embora talvez não reconheça, deve muito aos dois políticos, além de outros, que, sem receio de enfrentar os perigosos homens (os generais, os coronéis e as vivandeiras) da ditadura, prepararam-lhe o caminho para que se consolidasse como político. O livro de Nilson Jayme mostra isso com precisão. É um portento.

Memórias de John le Carré revelam vida de espião, método literário e relação com o cinema

O escritor de livros de espionagem diz, seguindo Graham Greene, que, ao escrever sobre a dor humana, é preciso partilhá-la

Baldy chegou a pensar em ficar no governo Temer mas vai disputar mandato

Animal político, o deputado certamente dirá no dia 7 de abril: "Diga ao povo que fico... em Goiás"

Deputado Manoel de Oliveira diz que pode dobrar com Kajuru

O parlamentar do PSDB iria a deputado federal e o vereador disputaria mandato de senador

Eduardo Machado deve retomar o controle nacional do PHS

Partido não pode não eleger deputado estadual e federal, exceto se conquistar a filiação de José Nelto

Baldy fica no Ministério das Cidades e não disputa mandato de deputado

Estadão diz que ele pode apoiar Luana Baldy, sua mulher, ou seu irmão Joel Sant'Anna Braga