Por Euler de França Belém
Profissional experimentado, tende a dinamizar a comunicação do Legislativo
Sobre a prisão de Lula, o ex-deputado diz que a lei tem que ser para todos. “A lei tem que ser cumprida; o crime não pode ficar em vão”
O jornalista-apesentador do Bom Dia Brasil tem o direito de ter opinião positiva sobre Lula e negativa sobre quem quiser
O trabalho do doutor em história ganhou o Concurso Nacional de Ensaios/Prêmio Gilberto Freyre
O problema que levou o comentarista da Globo ao hospital é menos grave do que parecia
O vereador afirma que, se tiver a garantia de que vai disputar o Senado, pode compor com o candidato do MDB a governador
O Jornal Opção, por intermédio de seu editor-chefe, Euler Fagundes de França Belém, pela presente retratação pública, decorrente de acordo homologado pela excelentíssima senhora juíza de Direito do 3º Juizado Especial Criminal de Goiânia, drª. Sandra Regina Teixeira Campos, nos autos do processo nº 5027910.73, vem a público, retratar-se frente ao deputado federal Delegado Waldir, por duas reportagens publicadas na coluna Bastidores do Jornal Opção, no dia 30/10/2015.
Reconhecemos que houveram excessos nas referidas publicações e retiramos, publicamente, todas as qualidades negativas que lhes foram atribuídas, pois não temos conhecimento de nada que desabone sua honra, imagem e conduta.
Diante disso, sabendo que excedemos os limites da crítica jornalística, manifestamos escusas ao deputado federal Delegado Waldir pelos transtornos causados, ciente de que os excessos cometidos na publicação em referência causaram-lhe prejuízos e desgastes à sua imagem, razão pela qual nos retratamos diante do Poder Judiciário, do público leitor e do deputado federal Delegado Waldir.
Outrossim, o Jornal Opção considera o deputado federal Delegado Waldir como um político respeitável, íntegro e eleitoralmente consistente.
Euler Fagundes de França Belém
Editor-chefe do
Jornal Opção
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Divulgação[/caption]
“Colheita Selvagem” (Record, 364 páginas, tradução de Alessandra Bonrruquer), do jornalista Carl Hoffman, ganhou um subtítulo extenso no Brasil: “Uma história real sobre canibais, colonialismo e o misterioso desaparecimento de Michael Rockfeller na Nova Guiné”.
Leia a sinopse da editora: “O misterioso desaparecimento de Michael Rockefeller — colecionador de arte primitiva e filho de Nelson Rockfeller, então governador de Nova York — na Nova Guiné holandesa, em 1961, ficou anos sem ser esclarecido.
“Apesar de buscas exaustivas, o corpo nunca foi encontrado. E logo surgiram rumores de que ele teria sido morto e cerimonialmente canibalizado pelos asmats — uma tribo nativa de guerreiros cuja complexa cultura era construída sobre violência sagrada e canibalismo ritual.
“Além de basear-se em extensa pesquisa, o premiado jornalista Carl Hoffman viajou às selvas da Nova Guiné para revelar não só alguns dos mistérios deste caso, como também uma cultura transformada por anos de dominação colonial, mas ainda moldada por crenças e hábitos antigos. Combinando história, arte, colonialismo, aventura e etnografia, ‘Colheita Selvagem’ é um thriller arrebatador e um retrato fascinante do choque de duas civilizações que resultou na morte de um dos herdeiros mais ricos dos Estados Unidos.”
Não há a menor dúvida de que o comandante do Exército não defendeu qualquer golpe militar
Ralph Shelton qualificou 650 soldados e oficiais da Bolívia, que, com o apoio da CIA, prenderam e mataram o guerrilheiro com facilidade, em outubro de 1967
Nas suas viagens ao interior, Marconi Perillo tem resumido o conteúdo do que será discutido na campanha eleitoral: o governo precisa de um líder político e, ao mesmo tempo, de um gestor eficiente, as relações políticas devem ser pautadas pelo diálogo e pela tolerância, e não pelo radicalismo e pela violência. Pré-candidato a senador, Marconi Perillo tem dito que o bom gestor é aquele que ouve e toma decisões em conjunto. Ele frisa que as conquistas alcançadas só serão mantidas se o governo tiver um bom timoneiro. Em seguida, Marconi Perillo frisa que José Eliton tem todas as qualidades para ser governador de Goiás, um grande governador.
Na semana passada, Marconi Perillo encerrou o mandato de governador de Goiás entregando obras-símbolo do que chama de “legado”: as duplicações das GOs 070 e 080, o Aeroporto de Cargas de Anápolis, o Centro de Convenções de Anápolis e o Itego da Região Noroeste de Goiânia. São obras que Marconi Perillo chama de “emblemáticas e estratégicas”.
O empresário levou para o partido vários candidatos a deputado estadual
Candidato a deputado, o político afirma que vai concentrar esforços em Goiânia e em dez municípios
O presidente do Sindilojas de Catalão é o principal representante do interior chapa de Marcelo Baiocchi

