Por Euler de França Belém
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Governador José Eliton (PSDB) | Foto: Larissa Quixabeira / Jornal Opção[/caption]
Nas entrevistas, discursos e conversas com segmentos organizados da sociedade, o governador de Goiás, José Eliton (PSDB), “impressiona pelo total conhecimento da máquina pública e absoluto equilíbrio”, dizem marconistas.
Secretários estão impressionados com o raciocínio rápido e a memória de José Eliton. É visto como tão articulado quanto o ex-governador Marconi Perillo (PSDB). “Nos debates, durante a campanha, tende a dar um banho nos adversários”, afirma um marqueteiro.
Chama atenção o legalismo não burocrático de José Eliton. Ele cumpre as leis, mas cobra pressa e eficiência na resolução dos problemas.
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Fotos: Divulgação[/caption]
O pré-candidato do MDB a governador de Goiás, Daniel Vilela — presidente regional do partido —, aliou-se a Iris Araújo e, juntos, devem promover uma caça às bruxas nas bases emedebistas que apoiam José Nelto para deputado federal.
A ordem é desidratar o neocaiadista e contribuir para derrotá-lo. Aliados de José Nelto dizem que o deputado estadual nada teme e é mesmo “dono” de parte do MDB no interior. “Enquanto Iris Araújo ficava assando pão de queijo em Goiânia e conversando sobre comida com socialites, José Nelto apoiou a candidatura de mais de 30 aliados para prefeito em 2016, então é natural que tenha apoio em todo o Estado”, afirma um joséneltista.
A dica é do escritor Aureliano Martins: “Estranhas Catedrais — As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-Militar: 1964-1988” (Eduff, 444 páginas), do historiador Pedro Henrique Pedreira Campos. Segue sinopse colhida no site da Livrara Amazon: “Um histórico sobre os ‘gigantes que nunca dormiram’ é a inspiração e fio condutor de ‘Estranhas Catedrais’. A análise crítica identifica na ditadura civil-militar brasileira do período 1964-1988 a origem da inserção, contaminação e subordinação do tecido orgânico do Estado aos interesses do segmento dos empreiteiros. O livro foi vencedor do Prêmio Jabuti 2015, na categoria ‘Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer’. “Em foco, o crescimento e consolidação das principais empresas do setor de construção pesada no Brasil, numa articulação que, segundo o autor, propiciou o desenvolvimento expressivo, a modernização capitalista e a internacionalização das ‘gigantes do setor’. “Ao demonstrar as injunções políticas, estratégias e práticas que permeiam as relações da iniciativa privada e poder público e sua legitimação por ‘intelectuais orgânicos’, a publicação constata e fornece elementos de compreensão acerca de ‘Estado, Poder e Classes Sociais no Brasil’, conforme sugere o prefácio, assinado pela historiadora Virgínia Fontes.” Perguntado sobre o motivo de ter colaborado para “matar” a ditadura, o presidente-general Ernesto Geisel, um homem de rara decência, não titubeou: a ditadura, depois de Castello Branco, e talvez mesmo com o líder cearense, havia se tornado uma “bagunça”. O livro custa 58 reais e acaba de entrar para minha extensa lista penelopiana (é feita e desfeita com frequência).
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