Por Alexandre Parrode
Iristas reclamam que estão sendo desprezados e que aliados de Vanderlan Cardoso têm mais peso no Legislativo
Divino Lemes dificilmente ficará no comando da prefeitura durante todo o ano de 2017
Célio Silveira, Cristóvão Tormin, Hildo do Candango, Lêda Borges e Sônia Chaves: um deles pode ser o vice
Deputado diz que Iris não vai tomar o PMDB de Maguito e Daniel, mas os dois Vilelas não vão tomar o PMDB de Iris. Os três terão de compartilhar o partido
Provando que vingança é um prato que se come frio, o prefeito de Goiânia manda recado àqueles que não apoiaram Nailton Oliveira para presidente do PMDB
Com oito mandatos de deputado federal, o líder do PP agrega valor ao governo e abre espaço para Sandes Júnior voltar à Câmara
Eles sustentam que, se reassumisse um cargo, o parlamentar estaria sendo incoerente com sua proposta de renovação total dos quadros do governo
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Divino Lemes | Foto: Facebook[/caption]
Senador Canedo, espécie de Mônaco do Entorno de Goiânia, dada a arrecadação gigantesca da prefeitura — cerca de 40 milhões de reais por mês (meio bilhão por ano) —, é o objeto de desejo de vários políticos.
Se decente e competente, um prefeito tem condições de fazer uma administração revolucionária no município. O problema é exatamente este: falta preparo administrativo para o prefeito Divino Lemes aplicar a fortuna mensal em obras de interesse público de qualidade. Ele teria coragem de construir um centro cultural de certa relevância? Possivelmente, não.
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Prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira | Marcello Dantas[/caption]
Na hipótese de nova eleição em Senador Canedo, o ex-prefeito Misael Oliveira (PDT) já avisou aos aliados que não será candidato. Ele deve disputar mandato de deputado estadual em 2018.
Os candidatos, se Divino Lemes (PSD) for afastado — como acreditam oito entre dez advogados especializados em legislação eleitoral —, deverão ser Zélio Cândido (PSB), Franco Martins (DEM), Sérgio Bravo (PROS) e um filho do prefeito (ou sua mulher, Laudenir Lemes).
O tucano-chefe quer ampliar a experiência política e administrativa do vice-governador
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O Grito, de Edvard Munch[/caption]
Frase de um vereador dos mais atuantes: “Alguns dos vereadores de Goiânia vendem as mães e, pior, entregam como se fossem sogras”.
O que o vereador está sugerindo é que o fisiologismo impera na Câmara Municipal da capital. “Lá o que importa é a ideologia do dinheiro, não a ideologia das ideias”, acrescenta o parlamentar.
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Prefeito Nick Barbosa[/caption]
O prefeito de Minaçu, Agenor Ferreira Nick Barbosa, do DEM, não estaria nada satisfeito com a situação das contas públicas. Além das dívidas, há o caos administrativo — uma verdadeira “herança maldita”.
Um dos aliados de Nick Barbosa sugere que, embora esteja há pouco tempo no poder, o prefeito chegou a pensar em renunciar. O aliado diz que não sabe se o prefeito, dado a brincadeiras, estava falando em tom jocoso. O mais provável é que sim.
Homem de origem pobre que constituiu uma fortuna financeira superior a 50 milhões de reais, Nick Barbosa é apontado como um gestor rigoroso e, segundo o aliado, vai reorganizar as contas públicas do município. “Nick não tem cultura, é até simplório, mas sabe lidar com dinheiro.”
Se eleita, a ex-deputada tende a disputar a Prefeitura de Porangatu em 2020
O governador tucano diz que boicotar o crescimento dos municípios é travar o desenvolvimento do Estado
“Dos 513 deputados federais, só um precisa de parecer jurídico para disputar o comando do Legislativo”

