Por Agência Brasil

Encontramos 5168 resultados
Cresce em 10% o número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE compara os números dos anos de 2016 e 2017

Onyx se reúne com Padilha para discutir governo de transição

Bolsonaro deve se reunir com Temer na próxima terça-feira (6/11)

Depois de Trump, Putin e outros líderes parabenizam Bolsonaro pela vitória

Países governados pela esquerda latino-americana também enviaram cumprimentos ao presidente eleito

Goiás terá óleo diesel reajustado a partir de novembro. Entenda

Distrito Federal e mais 12 estados também passarão pelo reajuste

Trump afirma que vai trabalhar com Bolsonaro na área de comércio

Presidente americano ligou para Bolsonaro. “Foi uma excelente ligação. Dei a ele meus parabéns”, escreveu Trump

Bolsonaro desembarca amanhã em Brasília

Presidente eleito dará início aos trabalhos do governo de transição

Bolsonaro confirma quatro ministros para seu governo

Primeira polêmica surgiu com o anúncio da fusão entre as pastas da Agricultura e Meio Ambiente

Acompanhado de agentes da PF e da mulher, Bolsonaro vota no Rio

Por recomendação da Polícia Federal, o candidato usou entrada alternativa, pelos fundos da escola, e colete à prova de bala

Por ordem da Justiça eleitoral, universidades passam por fiscalizações

Entidades educacionais veem ações como censura [caption id="attachment_145274" align="aligncenter" width="620"] Justificativa é fiscalização de supostas propagandas eleitorais irregulares (Foto: Centro Acadêmico da Faculdade de Direito da UFF)[/caption] Várias universidades públicas de todo o país estão sendo alvo de ações policiais e de fiscais eleitorais. A justificativa é fiscalização de supostas propagandas eleitorais irregulares. Estudantes, professores e entidades educacionais, no entanto, veem as ações como censura. Várias universidades públicas de todo o país estão sendo alvo de ações policiais e de fiscais eleitorais. A justificativa é fiscalização de supostas propagandas eleitorais irregulares. Estudantes, professores e entidades educacionais, no entanto, veem as ações como censura. A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, rede que representa cerca de 200 entidades educacionais, divulgou nota na qual repudia as decisões da Justiça Eleitoral que tentam “censurar a liberdade de expressão de membros de comunidades acadêmicas, ferindo seus direitos civis e políticos, bem como o princípio constitucional da autonomia universitária”. Segundo a entidade, no exercício pleno da cidadania, “todas e todos têm o direito de se manifestar politicamente”. TSE A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, anunciou que a Justiça Eleitoral vai investigar a conduta dos juízes que autorizaram ações policiais e de fiscais em universidades públicas para apurar suposta realização de propagandas eleitorais irregulares. No início da sessão do TSE desta tarde, última antes do segundo turno das eleições, a ministra defendeu liberdade de manifestação de pensamento nas universidades e disse que eventuais excessos devem ser investigados. "O TSE está adotando todas as providências cabíveis, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral, para esclarecer as circunstâncias e coibir eventuais excessos no exercício de poder de polícia eleitoral no âmbito das universidades de diversos estados da Federação.", disse a ministra.  

Conta de luz terá bandeira tarifária amarela em novembro

Com isso, a cobrança nas contas de energia deve ser reduzida em relação aos meses anteriores

Processo de agressor de Bolsonaro é transferido para esfera federal

Candidato levou uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora [caption id="attachment_139209" align="aligncenter" width="620"] Candidato levou uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (Foto: Reprodução)[/caption] A Justiça Federal assumiu a condução de mais um inquérito instaurado para apurar o ataque ao candidato presidencial Jair Bolsonaro (PSL) que, durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro, levou uma facada. Até a semana passada, o inquérito policial tramitava no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), onde, no dia 12 de setembro, foi ajuizado como crime contra a vida/tentativa de homicídio. Na última quarta-feira (17), o juiz estadual Paulo Tristão Júnior se declarou incompetente para julgar o acusado, Adélio Bispo de Oliveira, remetendo os autos para a 3ª Vara Federal de Juiz de Fora. Distribuído ao juiz federal Ubirajara Teixeira nesta terça-feira (23), o processo foi registrado como crime contra a Segurança Nacional e a Ordem Política e Social. Com a transferência para a alçada federal, as investigações até então tocadas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal passam a ser feitas exclusivamente pelos agentes federais. Um outro processo já tramitava na mesma 3ª Vara Federal de Juiz de Fora desde o dia 4 de outubro, entregue ao juiz Bruno Savino que, na terça-feira, autorizou que o inquérito seja prorrogado a pedido da PF – que já apontou que o autor da facada agiu sozinho, por motivação política. O Ministério Público Federal (MPF) já o denunciou por atentado pessoal por inconformismo político, colocando em risco o regime democrático ao tentar interferir no resultado das eleições. Além da prorrogação, Savino determinou que Adélio Bispo seja submetido a nova avaliação psiquiátrica a fim de averiguar se o acusado sofre de algum distúrbio que comprometa suas faculdades mentais e altere sua percepção da realidade. O resultado do exame autorizado pelo juiz a pedido da defesa responderá se o agressor de Bolsonaro pode ou não ser responsabilizado por seus atos e punido criminalmente. Um laudo psiquiátrico elaborado por um profissional particular a pedido da defesa de Adélio Bispo atestou que o acusado tem um transtorno grave. Além disso, a própria Justiça Federal de Minas Gerais já manifestou que o laudo particular é compatível com as avaliações feitas por profissionais de psicologia e psiquiatria da Penitenciária Federal de Campo Grande, onde Adélio Bispo encontra-se custodiado.  

Enem: para se proteger de fake news, aluno deve usar fontes oficiais nas provas

O exame será aplicado a 5,5 milhões de pessoas em todo o país nos dias 4 e 11 de novembro

Lançamento de filmes nacionais tem maior número desde 2009

Longa brasileiro mais visto foi “Minha mãe é uma peça 2”, que teve um público de mais de 5 milhões em 2017. Renda bruta das salas de cinema teve aumento de 4,6% no ano passado