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Goiás também registrou redução de perdas e forte ampliação na coleta e tratamento de esgoto, mas ainda precisa avançar para alcançar as metas de universalização estabelecidas em lei e garantir competitividade às indústrias
Prefeito reconhece a situação e diz que a prefeitura e a Saneago trabalham para resolver o problema
Há uma contradição gritante em organizar uma conferência ambiental de proporções globais em uma cidade onde boa parte da população não tem sequer coleta de lixo
O município está à frente de dezenas de capitais do país
Fala foi dada durante Encontro Ministerial do Desenvolvimento do G20
A modificação da natureza jurídica foi defendida pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), como parte das tarefas previstas para a universalização dos serviços de água e de esgoto
Investimentos têm o objetivo de ampliar e reforçar tanto o sistema de abastecimento de água quanto o de esgotamento sanitário
Fernando Pellozo garante que privatizar a Agência está fora de cogitação e seu sonho é automatizá-la
Municípios têm de encerrar seus respectivos lixões até agosto de 2024
Gestores municipais estão convocados para deliberar sobre serviços de fornecimento de água potável e esgotamento sanitário, entre outras pautas
O governador Ronaldo Caiado classificou como “importantes para Goiás” os decretos assinados nesta quarta-feira, 5, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, relacionados ao Marco Legal do Saneamento Básico. As novas regras destravam investimentos públicos e privados para o setor e têm como objetivo viabilizar a universalização dos serviços até 2033.
“A Saneago passa a ter uma expectativa muito maior. Deixou de ser engessada nas ações, principalmente nos pequenos municípios e nas regiões mais vulneráveis, onde as maiores estruturas empresariais não têm interesse em fazer investimentos”, declarou Caiado durante o evento realizado em Brasília.
O presidente Lula afirmou que o ato de hoje representa uma política de “colocar credibilidade na relação entre governo federal, governadores e prefeitos; entre governo e empresários; e dar voto de confiança às empresas públicas que prestam serviço à população brasileira”. E completou: “O sucesso desse decreto será de cada um de nós que está aqui, e de milhões que não estão aqui, mas que serão beneficiários, porque não precisarão mais pisar em esgoto a céu aberto na sua cidade, na sua rua ou no seu bairro”.
O ministro das Cidades, Jader Filho, estima que as mudanças promovidas pelos novos decretos vão permitir investimentos de R$ 120 bilhões até 2033 em todo o Brasil. Em Goiás, o presidente da Saneago, Ricardo Soavinski, afirmou que o plano de investimentos previsto para o quadriênio 2023/2026 é de R$ 4 bilhões. “[Os decretos] destravam algumas coisas que estavam prejudicadas. Agora podemos avançar mais, e mais rapidamente, levando os benefícios a todos os municípios”, pontuou.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, assegurou que o governo federal será parceiro dos estados no projeto de universalização do saneamento básico. “Nosso desejo é que as companhias estaduais possam modelar vários projetos de acordo com a orientação política e técnica de cada governador e prefeito”, comentou. “O que queremos é mais investimento, mais emprego, mais água, cidades sustentáveis e esgotamento sanitário.”
Pontos controversos
Além dos aspectos positivos, os dois novos decretos do saneamento básico incluem ao menos dois pontos controversos: a permissão para regularização de contratos precários e a autorização para que empresas estaduais prestem o serviço em microrregiões sem necessidade de licitação.
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