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Cunha para trabalhos da Câmara até que Senado decida sobre impeachment

Presidente da Câmara dos Deputados informou que enquanto não for definido se Dilma será ou não afastada do cargo, nada será votado pelos deputados

Servidores da OAB-GO teriam sido obrigados a comparecer a um evento de Enil Henrique

Servidores da OAB-GO teriam sido convocados a comparecer ao lançamento da candidatura de Enil Henrique, na noite de quinta-feira, 10, sob pena de retaliações no caso de ausência. Um funcionário de confiança teria sido escalado por Enil Henrique para fazer a "chamada de presença" da turma. A ordem é para que levem as famílias também para dar quórum e público às “festas” da situação.  

Ameaças de Paulo Garcia levaram Tayrone a desistir da vice

"Ele [o prefeito] disse pra mim: eu não estou pedindo, você tem que votar a favor", afirmou o vereador em entrevista a jornalistas

Candidatura do PSDC ao governo não foi por livre e espontânea vontade

[caption id="attachment_9135" align="alignleft" width="620"]Alexandre Magalhães e José Eymael: o primeiro disse que queria disputar, mas recuou; o segundo sentenciou: “Se não disputar, está fora do partido” Alexandre Magalhães foi a São Paulo e disse que queria disputar, mas recuou. Por isso, foi pressionado[/caption] Quando o governador Marconi Perillo disse “sim” à candidatura à reeleição, o PSDC foi um dos partidos que levantou as mãos e festejou. Mãos que foram abaixadas quando o partido lançou chapa pura para disputar o governo. Alexandre Magalhães é o nome da legenda para o pleito de outubro. Muitos estranharam. Chegaram a dizer que a chapa seria apenas para “neutralizar” a oposição ao governador. Eis uma explicação: a aliança com o PSDB era um desejo do presidente estadual do partido, Ademar Borges, e daqueles que tentarão ir à Assembleia Legislativa — 20 — e à Câmara Federal — 10. Isto é, muita gente. O que circula pelos bastidores é que Alexandre passou por cima de Ademar e foi a São Paulo conversar com o presidente nacional da sigla, o presidenciável José Maria Eymael. Alexandre teria dito a ele que queria disputar o governo em Goiás e pediu apoio. Eymael, então, mandou a ordem e a chapa se configurou, sendo inclusive pré-anunciada. Depois, houve alguns percalços e o então pré-candidato do PSDC tentou voltar à aliança com os tucanos. A informação chegou aos ouvidos de Eymael, em São Paulo, que mandou dizer: “Se não for candidato, está fora do partido.” Não tinha outro jeito. O fato é que a chapa — que leva Rodrigo Adorno, na vice, e Aldo Muro, ao Senado — está formada e não tem volta. Para Alexandre, que é empresário do ramo de energia e nunca disputou uma eleição, a explicação é outra. Diz que estava desanimado com as opções de nomes e não queria votar em nenhum dos candidatos que se apresentaram. Por isso, quis disputar. “Conheço a história do Iris [Rezende]. Conheço a história do atual governo. Conheço a história do Vanderlan [Cardoso] atrelado ao Alcides [Rodrigues]. E vejo o que o PT está fazendo em Goiânia. Então, vou pregar a história da mudança. Quero levar a experiência da gestão empresarial para a administração pública. Meu mote é o respeito ao dinheiro público. Quero investir naquilo que é certo”, afirma.

Vereadores vetam entrada de água e comida na Câmara de Goiânia, mas servidores da educação insistem na ocupação

Legisladores aprovaram requerimento que impede a entrada de qualquer pessoa que não seja autoridade municipal ou representante da Justiça a partir desta sexta-feira (13/6) na Casa. Manifestantes também estão sem energia desde o dia da ocupação