Resultados do marcador: Maternidades
Habilitação de OSs segue processo de qualificação iniciado no ano passado pela SMS, mas não dá data ainda prevista para possível troca de comando nos hospitais
DenaSUS realizou, em maio, uma visita técnica às três maternidades públicas de Goiânia
Documentos oficiais confirmam que o convênio entre a Fundahc, a Universidade Federal de Goiás (UFG) e a SMS teve início em junho de 2012
Segundo ele, a troca de gestão deve ser concluída em até 20 dias e resolverá problemas estruturais de administração e custos
Vereador fez críticas a entidade ligada à UFG enquanto prefeito apontou que manterá repasses na casa de R$ 12 milhões para maternidades
Especialista critica falta de transparência e planejamento na gestão municipal de Goiânia
Diretor do Departamento Nacional de Auditoria do SUS disse que apesar do aumento de repasses, unidades estão operando com 30% do potencial
Auditoria do DenaSUS investiga denúncias de desassistência e superlotação em maternidades
Ação é considerada um marca na segurança infantil. O Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes será o pioneiro na implantação do projeto
A proposta da Prefeitura de Goiânia para a Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundahc) é reduzir o valor global do contrato de R$ 20 milhões para R$ 12,3 milhões por mês, o que deve alterar a prestação de serviços das três maternidades da Capital. Segundo apurado pela reportagem, o laboratório de análises clínicas funcionará exclusivamente na Maternidade Dona Iris. Já as tomografias da rede municipal de saúde serão realizadas na Maternidade Célia Câmara.
A Fundahc deve apresentar até esta sexta-feira, 7, uma minuta do novo contrato que passará por avaliação da Procuradoria-Geral do município de Goiânia. As mudanças serão adotadas por um período de 120 dias e passará por nova avaliação após o fim deste intervalo. De acordo com a entidade, o novo plano de trabalho já levará em conta o corte no valor global do contrato de 40%. A medida não deve afetar os atendimentos de urgência e emergência em nenhuma das unidades.
O débito da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) com a entidade apenas no ano passado foi de R$ 100 milhões. Essa dívida, segundo a fundação, chegou a prejudicar os atendimentos nas três maternidades que suspenderam procedimentos não emergenciais ao longe 2024. Desse valor, R$ 86,5 milhões são referentes a obrigações vencidas, enquanto o restante inclui passivos trabalhistas.
Entre outubro e novembro, a Fundahc recebeu dois repasses da Prefeitura, que juntos somavam R$ 26 milhões após ordem de bloqueio dos recursos por parte do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) o pagamento das dívidas deixadas pela gestão anterior, tanto com a Fundahc quanto com prestadores de serviços do municípios "ainda estão sendo renegociadas, tendo em vista o atual estado de calamidade da rede municipal de saúde".
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O número representa consultas, exames, cirurgias eletivas e de emergência, inserção de DIU, testes neonatais e outros serviços
Atualmente, o Hospital e Maternidade Dona Iris (HMDI) e Maternidade Nascer Cidadã (MNC) atendem apenas casos de urgência e emergência. Dívidas com as unidades de saúde chega a R$ 86 milhões
Unidades de saúde estão atendendo apenas urgências e emergências. Mais de 19 mil procedimentos não foram realizados
Primeiras instituições a passarem pela inspeção foram a Maternidade Nascer Cidadão e o Hospital Estadual da Mulher (HEMU)
Inciativa, conforme o Conselho, se dá pela falta de resultados após tentativas de intermediação junto à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para sanar a crise nas unidades

