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Segundo Mabel o diálogo com o Ministério Público tem sido produtivo, afirmou que ele acontece desde o início da gestão e o prefeito ainda disse que o problema o aterro tem mais de 30 anos e que a gestão tem trabalhado para solucionar o problema
Especialistas criticam escassez de lixeiras em áreas de alta circulação da capital
Menos de uma semana após limpeza, setor Buriti Sereno volta a ser afetado por lixo e entulho
Parasitas infestaram a unidade devido a quantidade de cães de rua na região. Profissionais temem doenças
Prefeitura intensifica fiscalização e aplica quase R$ 1 milhão em multas por descarte irregular
Descarte de resíduos de navios é um dos principais motivos; Fauna marinha, saúde humana e turismo são alguns pontos afetados
No local, foram encontrados materiais contaminados, como seringas, tubos com sangue e luvas
Ação envolve as Secretarias de Meio Ambiente, Segurança Pública e Desenvolvimento Urbano
Semad distribuiu diretrizes específicas para aterros e lixões que focam na cobertura diária de resíduos e eliminação de objetos descartados
Projeto de Lei foi aprovado na última quarta-feira, 18, em votação da Câmara e aguarda sansão do Prefeito Rogério Cruz
Consórcio Limpa Gyn realiza entre 180 a 200 viagens diárias de caminhões, atendendo uma rede de aproximadamente 1.000 pontos de descarte de entulho na cidade
Não há prazo estipulado para fim da paralisação
A promotoria também emitiu recomendações ao presidente da Comurg para suspenderem licitações em andamento e evitarem novos contratos e justificarem o uso do sistema de registro de preços
O ritmo da política é diferente para quem está na política ou para quem acompanha, como nós da imprensa, por exemplo. Ano que eleição é aquele frisson, quando nós (jornalistas) achamos que as coisas estão meio paradas em plena pré-campanha é porque tem muita coisa acontecendo nos bastidores da política.
Para a população o tempo da política só chega de fato a cada dois anos, a partir de agosto, quando começa a campanha eleitoral na TV e também quando a gente começa a ver os carros adesivados com uma salada de números e cores. Para alguns o ritmo político só começa, de fato, na véspera da eleição.
Acompanhamos de perto para não perder nada, mas acho que de 2022 esse pedágio eleitoral de 2024 começou muito cedo, saturou, cansou, porém é mais importante do que nunca para o que irá acontecer em 2026.
A eleição deste ano começou a ser discutida muito cedo e de forma rasa, no final de outubro de 2022. Sempre se discutiu nomes, composições políticas, o que será da oposição ante ao conservadorismo pedante e chato do eleitorado goiano? Para onde irá a esquerda e o que será da direita?
A parte ruim disso é que para as eleições de 2024 começou-se a discutir os problemas da cidade muito tarde. Passamos pouco menos de quatro anos de uma gestão forasteira, desgastada e suspeita no poder. Lógico, não é e nunca foi difícil achar um problema na cidade.
O fato é que Goiânia nunca esteve tão suja, feia e mal cuidada como está agora. É injusto atribuir isso apenas à gestão do prefeito Rogério Cruz (SD). O problema da gestão de Goiânia vem de anos de administração que fez só o que pode para apresentar um projeto de cidade a longo prazo.
O próximo prefeito vai pegar uma verdadeira bomba para administrar, porque com um apetite voraz dos vereadores para negociar e fazer lobby é complicado executar um plano de cidade que atenda as necessidades da população no lugar de favorecer o setor imobiliário e a si próprio.
Rogério Cruz, se tinha pretensões políticas, não as tem mais. De fato essa foi uma das piores gestões que Goiânia já teve, só não dá para cravar que foi a pior, porque ainda temos cinco meses de governo e dois meses de eleições.
E a nós eleitores o que resta? Quando chegar em meados de setembro ou agosto a população ter entendido que a vereança é muito importante para nossa qualidade de vida. Não basta escolher, mas é preciso cobrar, porque com a pressão popular os vereadores de Goiânia ainda abaixam um pouco a guarda do interesse pessoal
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