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MPF-GO vai investigar falta de transparência no Minha Casa, Minha Vida

De acordo com nota encaminhada à imprensa, o objetivo do inquérito éverificar se as entidades que atuam em Goiás estão cumprindo a legislação do fundo de arrendamento residencial

Boate Kiss: polícia do RS indicia mais 18 pessoas

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou hoje (18) mais 18 pessoas pelo incêndio na Boate Kiss, em janeiro de 2013. A polícia entregou ao Judiciário o inquérito policial sobre as investigações remanescentes do caso, no qual informa os novos indiciamentos. Os motivos são diversos: falsidade ideológica, prevaricação, fraude processual, falso testemunho e crime ambiental. A polícia verificou irregularidades na concessão do alvará de localização e da Licença de Operação da boate, além de constatar que alguns dos indiciados não disseram a verdade quando foram interrogados sobre o caso. O inquérito também apontou o envolvimento de servidores públicos em fraudes que possibilitaram a expedição das licenças para funcionamento do estabelecimento. O incêndio na Boate Kiss ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013, causando a morte de 242 pessoas e deixando mais de 620 feridas. O fogo começou durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, quando um dos músicos acendeu um artefato pirotécnico no palco. A espuma usada para abafar o som do ambiente era imprópria para uso interno e produziu substâncias tóxicas, como o cianeto, o que causou a maioria das mortes. A boate funcionava com documentação irregular e estava superlotada.

Crise na prefeitura de Goiânia é investigada pelo Ministério Público de Goiás

A atual crise penaliza diversas esferas da sociedade goianiense: os professores municipais e agora os servidores da saúde também paralisaram as atividades [caption id="attachment_6826" align="alignleft" width="620"]Imagem aérea da Prefeitura de Goiânia | Foto: Fernando Leite Imagem aérea do Paço Municipal| Foto: Fernando Leite[/caption] Continuam a todo vapor as investigações instauradas pelo promotor de justiça Fernando Krebs a partir da representação feita pelo vereador Djalma Araújo (SDD), no qual o paço municipal é denunciado sobre o descumprimento que determina a reposição das lâmpadas da iluminação pública no prazo máximo de três dias. Além da denúncia, o promotor investiga as razões do blecaute administrativo e financeiro da gestão do petista Paulo Garcia. O promotor ouviu durante essa semana o atual secretário de finanças, Jeovalter Correia, e toda sua equipe. Segundo a assessoria de comunicação do Ministério Público de Goiás (MPGO), ainda faltam algumas questões para serem apuradas. Talvez sejam executadas perícias nos documentos do Paço Municipal. A atual crise penaliza diversas esferas da sociedade goianiense. Os servidores administrativos, docentes e auxiliares de atividades educativas da Rede Municipal de Educação estão paralisados desde o dia 26 do mês passado. Segundo a Secretaria de Educação, 14 mil estudantes estão sem frequentar as salas de aula por conta da greve, sendo que, nessa quarta-feira (11/6), os trabalhadores municipais da saúde também deflagrarem greve. A limpeza urbana de alguns pontos da capital também continua afetada – a cidade sempre foi anunciada como uma das capitais mais arborizadas do país, a limpeza de suas ruas, praças e canteiros sempre foram reconhecidas nacionalmente. [caption id="attachment_6821" align="alignleft" width="164"]Pedido de demissão do ex-secretário de Finanças da prefeitura de Goiânia, Cairo Peixoto | Foto: Reprodução Pedido de demissão do ex-secretário de Finanças. Clique na imagem para ampliá-la | Foto: Reprodução[/caption] Fernando Krebs ouviu o ex-secretário de finanças Cairo Peixoto. Dentre os destaques do depoimento está o quadro de funcionalismo ampliado, descontrole nas despesas, vantagens concedidas aos funcionários, pendências de recursos que foram apropriados de fundos sem a devida devolução. Cairo Peixoto ficou no cargo de 3 de fevereiro até 30 de abril, quando a próprio punho pediu demissão (leia o pedido ao lado). Quatorze dias após ser empossado na Sefin, o secretário entregou um levantamento sobre a situação financeira de Goiânia para Paulo Garcia. “Passamos a Vossa Excelência o que conseguimos apurar até a presente data, onde ficamos perplexos”, dizia a primeira página do documento. O MPGO também teve acesso a esse relatório que analisava a situação financeira da prefeitura. “O documento é muito revelador", concluiu Fernando Krebs. [caption id="attachment_6824" align="alignleft" width="712"]Relatório que foi encaminhado ao prefeito Paulo Garcia com a análise da situação das finanças da Prefeitura em 17 de fevereiro de 2014 | Foto: Reprodução Segunda página do relatório que foi encaminhado ao prefeito Paulo Garcia com a análise da situação das finanças da Prefeitura em 17 de fevereiro de 2014. Demais pontos foram citados na reportagem| Foto: Reprodução / Documento[/caption] No depoimento ao promotor, Cairo Peixoto informou que as finanças da prefeitura estão sucateadas. A dívida com fornecedores e prestadores de serviço, segundo o ex-secretário, era de R$ 400 milhões e o déficit mensal de R$ 40 milhões. “Os recursos arrecadados pelo Tesouro Municipal não eram suficientes para o pagamento da folha total do mês. Gasta-se 40 dias de arrecadação para pagar uma folha de 30 dias”, afirmou Cairo Peixoto. O procedimento instaurado está sob sigilo investigativo. O promotor Fernando Krebs disse ao Jornal Opção Online nesta quarta-feira (12/6) que quando concluir as investigações informará aos meios de comunicação. No twitter, o promotor lamentou a situação atual da prefeitura. [caption id="attachment_6825" align="alignleft" width="616"]Depois de ouvir o ex-secretário Cairo Peixoto, o promotor  concluiu “a situação é lastimável”. Depois de ouvir o ex-secretário Cairo Peixoto, o promotor concluiu: “a situação é lastimável”. | Foto: Reprodução / Twitter[/caption]  

Professor da UFG afirma que empresas de transporte subsidiaram com provas investigações contra estudantes presos

De acordo com o professor de Direito Alexandre Santos, as empresas coletaram fotos, vídeos e apresentaram à Polícia Civil nomes de pessoas que estariam à frente de manifestações e que estariam depredando patrimônio público e privado