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DEPORTAÇÃO
Quase 160 menores brasileiros foram apreendidos por agentes do ICE nos EUA

De acordo com o levantamento, os apreendidos vão desde bebês nascidos em 2024 até adolescentes que nasceram em 2008, que têm 16 a 17 anos

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Faltou dizer
Ações de Trump podem render boicote de países à Copa do Mundo?

Argumentos a favor de um boicote não são meramente retóricos

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Conversa
Lula conversa por telefone com Trump sobre economia, segurança e agenda internacional

A ligação durou cerca de 50 minutos e tratou de temas da relação bilateral entre os dois países e de assuntos da agenda internacional

ICE
Saiba quem era Alex Pretti, enfermeiro morto por agentes federais nos EUA

De acordo com o DHS, Pretti teria se aproximado dos agentes portando uma pistola semiautomática de 9 milímetros

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Risco Direto
Nevasca histórica paralisa os EUA: 230 mil pessoas já estão sem energia elétrica 

De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia, cerca de 180 milhões de habitantes, mais da metade da população do país, estão sob risco direto devido às condições extremas

Instabilidade
Após declarações de Trump, países europeus ampliam presença no Ártico e recebem apoio da Groenlândia

No texto, os governos europeus reafirmam compromisso com a defesa da Groenlândia, território semiautônomo do Reino da Dinamarca

Líder da oposição
Maria Corina Machado dedica Nobel da Paz a Donald Trump e entrega medalha na Casa Branca

Reunião ocorreu fora do protocolo de uma visita oficial de Estado e foi conduzida de forma reservada

Foto Reprodução
Faltou dizer
Quem elegeu os EUA presidente do mundo, e Trump o dono?

É a lógica explícita de decisões de política externa que desprezam normas, tratados e instituições multilaterais

Ordem
Trump congela emissão de vistos para brasileiros e cidadãos de outros 74 países

A medida foi divulgada nesta quarta-feira, 14, pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos

NOVA DECLARAÇÃO
Trump pede continuidade dos protestos no Irã e afirma que “ajuda está a caminho”

m publicação nas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos afirmou que suspendeu reuniões com autoridades iranianas enquanto persistirem episódios de violência contra civis

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Caos no oriente
Sobe para 192 número de mortos em protestos no Irã

Manifestantes vêm denunciando violência policial nos protestos contra o regime Khamenei. Governo iraniano acusou EUA e Israel de 'semear o caos' e ameaçou retaliar em caso de interferência

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Articulação
Goiano Joesley Batista teria tentado negociar a saída do ditador Nicolás Maduro antes da ofensiva dos EUA 

De acordo com o jornal, Batista teria viajado à Venezuela no fim de novembro, levando uma proposta que incluía a renúncia de Maduro e a possibilidade de exílio em países como a Turquia

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Alimentos e muitos mais
Venezuela vai usar receita do petróleo para comprar produtos dos EUA, diz Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 7, que a Venezuela concordou em utilizar os recursos obtidos com a venda de petróleo para adquirir exclusivamente produtos fabricados nos Estados Unidos.

Em publicação na rede Truth Social, Trump informou que as compras devem incluir alimentos, medicamentos, equipamentos médicos e materiais destinados à recuperação do sistema elétrico e da infraestrutura energética venezuelana. Segundo ele, o acordo estabelece os EUA como principal parceiro comercial do país sul-americano.

"Em outras palavras, a Venezuela está se comprometendo a fazer negócios com os EUA como seu principal parceiro — uma escolha sensata e algo muito positivo para o povo da Venezuela e dos Estados Unidos", acrescentou Trump.

Mais cedo, o Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou que o país já iniciou a comercialização de petróleo venezuelano. De acordo com o órgão, toda a receita gerada pelas vendas será depositada inicialmente em contas sob controle americano, mantidas em bancos reconhecidos internacionalmente.

Em nota, o departamento afirmou contar com o apoio de grandes empresas de comercialização de commodities e instituições financeiras globais para viabilizar as operações. Os recursos, segundo o governo dos EUA, permanecerão sob gestão americana para garantir a legalidade do processo e serão destinados conforme decisão da administração de Washington, com a justificativa de beneficiar as populações dos dois países.

Também nesta quarta-feira, a estatal venezuelana PDVSA informou que houve avanço nas negociações com os Estados Unidos para a venda de petróleo. A empresa afirmou que os termos discutidos seguem modelos semelhantes aos acordos firmados com parceiros estrangeiros, como a petroleira americana Chevron.

Segundo o Departamento de Energia, as vendas começam de forma imediata e não têm prazo definido para encerramento.

Na noite de terça-feira, 6, Trump declarou que os Estados Unidos devem refinar e comercializar até 50 milhões de barris de petróleo bruto que estavam retidos na Venezuela em razão do bloqueio imposto por Washington. O presidente também afirmou que fechou um acordo para a exportação de até US$ 2 bilhões em petróleo venezuelano ao mercado americano, medida que, segundo ele, reduziria a dependência chinesa desse fornecimento e ajudaria a evitar novos cortes na produção venezuelana.

Trump disse ainda que o petróleo será negociado a preços de mercado e que o governo americano ficará responsável por supervisionar o uso dos recursos obtidos. De acordo com o presidente, o transporte será feito por navios de armazenamento, com entrega direta em terminais nos Estados Unidos, volume equivalente a cerca de dois meses da produção atual da Venezuela.

Prisão de Maduro

As declarações ocorrem poucos dias após uma ação militar dos Estados Unidos em território venezuelano que resultou na prisão de Nicolás Maduro. A operação, segundo informações oficiais, deixou ao menos 55 militares venezuelanos e cubanos mortos.

Na terça-feira, a agência Reuters revelou que autoridades dos dois países já vinham discutindo a retomada das exportações de petróleo venezuelano aos EUA. Desde dezembro, milhões de barris permaneciam armazenados em navios e tanques, sem possibilidade de exportação devido às sanções impostas pelo governo Trump, que integraram a estratégia de pressão sobre Caracas.

Nesta quarta, os Estados Unidos também apreenderam, no Oceano Atlântico, um navio petroleiro vazio de bandeira russa com vínculos com a Venezuela. A medida faz parte da estratégia americana para monitorar o fluxo de petróleo na região e pressionar o governo venezuelano a se alinhar politicamente a Washington.

No último sábado, após a prisão de Maduro, Trump afirmou que pretende abrir o setor petrolífero da Venezuela à atuação de grandes companhias americanas. Segundo ele, empresas dos EUA devem investir bilhões de dólares para recuperar a infraestrutura do setor e retomar a produção em larga escala.

Antes das sanções, refinarias localizadas na Costa do Golfo dos Estados Unidos importavam cerca de 500 mil barris diários de petróleo venezuelano, cuja composição pesada é compatível com essas plantas industriais. Atualmente, apesar de deter as maiores reservas do mundo, a Venezuela produz aproximadamente 1 milhão de barris por dia, volume reduzido em razão das sanções e da deterioração da infraestrutura.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o governo americano pretende se reunir ainda nesta semana com executivos do setor petrolífero para tratar dos próximos passos da política energética em relação à Venezuela.

Leia mais: Trump determina saída dos EUA de mais de 60 organizações internacionais por atuarem “de forma contrária aos interesses do governo”

Presidente dos EUA, Donald Trump
DE SAÍDA
Trump determina saída dos EUA de mais de 60 organizações internacionais por atuarem “de forma contrária aos interesses do governo”

Maior parte das organizações afetadas é composta por agências, comissões e grupos consultivos ligados à ONU que tratam de temas como mudanças climáticas, direitos trabalhistas e outras pautas