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Um vídeo mostra o momento em que um agente de imigração do governo dos Estados Unidos atirou e matou uma mulher durante uma operação em Mineápolis, em Minnesota, nesta quarta-feira, 7.
Segundo as autoridades locais, a mulher que morreu era uma cidadã americana e tinha 37 anos. Ela estava dentro do veículo, cujo qual bateu depois de ser baleada.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que um dos agentes do ICE atirou após a mulher tentar avançar com o carro contra os oficiais.
A secretária do DHS, Kristi Noem, saiu em defesa dos agentes e classificou a ação da mulher como um ato de "terrorismo doméstico". Ela afirma que os agentes foram atacados enquanto tentavam retirar um veículo que havia ficado preso na neve.
“Esses ataques com veículos são atos de terrorismo doméstico. Estamos trabalhando com o Departamento de Justiça para processá-los dessa forma”, afirmou.
O senador Omar Fateh disse, em uma rede social, que testemunhas informaram que agentes federais impediram um médico de tentar socorrer e reanimar a mulher. Já o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, criticou a atuação dos agentes federais.
Após a morte da mulher, dezenas de manifestantes se reuniram no local e protestaram contra a atuação de agentes federais e locais. Eles gritavam palavras de ordem como "Vergonha! Vergonha!" e "ICE fora de Minnesota", além de usar apitos.
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A esposa do presidente, Cilia Flores, também foi capturada na mesma operação
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China e Rússia, dois dos principais aliados internacionais do governo venezuelano, condenaram neste sábado, 3, a ação militar anunciada pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que teria resultado, segundo o presidente Donald Trump, na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em comunicados oficiais, os dois países classificaram a ofensiva como uma violação do direito internacional e da soberania venezuelana, elevando a tensão diplomática em torno da intervenção americana no país sul-americano.
A reação chinesa foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores em nota oficial, na qual o governo de Xi Jinping afirmou estar “profundamente chocado” com o que descreveu como um "uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um Estado soberano." Para Pequim, a ação representa “uma grave violação do direito internacional e dos princípios básicos que regem as relações entre países”.
No comunicado, a diplomacia chinesa alertou que a ofensiva americana ameaça a estabilidade regional, ao colocar em risco a paz e a segurança na América Latina e no Caribe. A China reiterou sua oposição a iniciativas que considera de caráter hegemônico e defendeu o respeito à soberania e à integridade territorial da Venezuela, além de instar Washington a cumprir os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.
Rússia
A Rússia, aliada histórica de Caracas desde à ascensão do chavismo ao poder, também reagiu de forma contundente. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que Washington cometeu um “ato de agressão armada” contra a Venezuela. “Esta manhã os Estados Unidos cometeram um ato de agressão armada contra a Venezuela. Isso é profundamente preocupante e condenável”, declarou a diplomacia russa.
A embaixada da Rússia em Caracas informou que sua sede não foi atingida durante os ataques. Segundo o embaixador russo, Serguéi Melik-Bagdasárov, o bairro onde está localizada a representação diplomática e áreas adjacentes não foram alvos da ofensiva.
Além de China e Rússia, o Irã também se manifestou contra a operação americana. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou o ataque militar e classificou a ação como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial da Venezuela. O chanceler Abbas Araghchi afirmou que iniciativas desse tipo tendem a agravar a instabilidade regional e aumentar os riscos de escalada do conflito.
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A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pamela Bondi, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, foram formalmente denunciados no Distrito Sul de Nova York. A informação foi divulgada em uma publicação nas redes sociais.
Segundo a procuradora-geral, Maduro "foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e artefatos destrutivos, além de conspiração para posse de metralhadoras e artefatos destrutivos contra os Estados Unidos."
Além disso, o texto ainda traz que, em breve, o presidente venezuelano e sua esposa "enfrentarão a Justiça americana em solo americano, perante tribunais americanos. Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, agradeço ao presidente Trump por ter tido a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, assim como às forças militares que conduziram a missão que resultou na captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais.”
Até o momento, não houve divulgação de documentos judiciais detalhando as denúncias, nem confirmação oficial sobre o local onde Maduro e Cilia Flores estariam detidos. O governo da Venezuela, por sua vez, afirma que não foi formalmente informado sobre o paradeiro do presidente e contesta as ações anunciadas por autoridades americanas.
Estados Unidos conduziram ataques de grande escala contra a Venezuela e que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados. Trump também disse que a ação foi realizada em conjunto com as forças de segurança americanas.
Em resposta ao comunicado de Trump, o governo venezuelano classificou o ataque como uma “agressão militar” e declarou estado de emergência em várias regiões do país. A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, afirmou que Caracas ainda não tem informações confirmadas sobre o paradeiro de Maduro e da primeira-dama, exigindo do governo dos EUA uma prova de vida dos dois.
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O encontro está previsto para a manhã, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Até o momento, não há confirmação oficial sobre quais ministros devem participar da reunião.
Até o momento, não há informações sobre mortos ou feridos

