Resultados do marcador: Economia

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Caiado quer que Goiás seja tratado como prioridade pelo Banco do Brasil e propôs “parceria total”

Governador teve acesso ao Fundo Constitucional do Centro-Oeste que deve ser destinado à instalação de empresas em áreas menos desenvolvidas

Em reunião com Guedes, Caiado cobra celeridade em Plano de Recuperação Fiscal

Para governador, programa do Governo Federal é questão de sobrevivência para Goiás

Governo ainda insiste em Regime de Recuperação Fiscal

Cristiane Schmidt afirmou que será difícil realizar políticas públicas sem o saneamento fiscal proporcionado pelo programa

Goiás tem superávit na balança comercial de fevereiro

Dados da superintendência de Comércio Exterior da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação (Sedi) apontam crescimento nas importações

Deputado critica tributação em horas extras de militares e diz que falta gestão em Goiás

Se colocado em prática horas extras passarão a fazer parte do calculo de desconto do INSS

Novo presidente da CNI considera redução dos incentivos fiscais um risco para Goiás

Paulo Afonso afirma que é possível encontrar um caminho que não prejudique indústrias

PIB brasileiro cresce 1,1% em 2018, segundo o IBGE

Crescimento modesto ficou dentro das estimativas do mercado. Setor de serviços foi o impulsionador da alta no ano passado

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu pelo segundo ano consecutivo. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (28/2), mostram que a soma de todas as riquezas do País subiu 1,1% em 2018, mesmo patamar de 2017. No biênio anterior (2016 e 2015), o PIB teve retração de 3,3% e 3,5%, respectivamente.

Em valores correntes, o PIB de 2018 atingiu R$ 6,8 trilhões. O crescimento ficou dentro da expectativa do mercado, que, ao longo do ano passado, revisou seguidamente para baixo as estimativas.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor de serviços, que responde a 75% do PIB brasileiro, foi o impulsionador do crescimento em 2018, com 1,3% de alta. O consumo das famílias subiu 1,9%; a indústria, 0,6% e a agropecuária, 0,1%.

O quarto trimestre do ano passado foi o que teve o pior crescimento: apenas 0,1% diante do trimestre anterior. Esse foi a oitava alta trimestral seguida do PIB. No primeiro trimestre de 2018, o crescimento foi de 0,4%. No segundo trimestre, houve estabilidade e, no terceiro, a alta foi de 0,5%.

Previsão de retomada no mercado imobiliário continua favorável para compradores

Considerado um dos principais indicadores do momento econômico nacional, o setor apresenta sinais de grande crescimento em 2019

Mercado financeiro segue instável aguardando reforma da Previdência

Incertezas sobre as negociações da aprovação da emenda é destaque na análise de especialista

Economista Pedro Paulo Silveira | Foto: reprodução

O cenário econômico segue cauteloso em relação aos desdobramentos da crise do PSL e como ela afeta a agenda da reforma da Previdência. Na análise do economista-chefe da Nova Futura Investimento, Pedro Paulo Silveira, o mercado está tentando entender os efeitos da situação sobre a aprovação ou não da reforma.

Para o economista, a tarefa de se aprovar a emenda constitucional que pretende mudar as regras para aposentadoria exige muitas negociações por partes dos seus propositores. Aliado a isso, Pedro Paulo diz que o mercado ainda não sabe como será o processo de negociação, por conta da proposta ainda não ter sido detalhada para os parlamentares.

Na análise de Pedro Paulo ele cita que os dados de atividade de dezembro, divulgados na semana passada, indicam desaceleração no comércio. Entretanto o cenário em geral deve continuar mostrando evolução dos indicadores corporativos, beneficiados pelos ajustes realizados ao longo de 2016 e 2017.

Apesar dos números indicarem cautela, analistas e economistas que preveem a queda dos juros e retomada da economia tem aumentado. Os argumentos são o da aprovação da reforma da Previdência e a manutenção da atividade em um patamar mais modesto que o inicialmente imaginado.

Aneel restringe distribuição de dividendos da Enel Goiás

Empresa compensou em mais de R$ 126 milhões consumidores por transgressão dos indicadores de qualidade no biênio 2017 e 2018

Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) restringiu a distribuição de dividendos da Enel Goiás, distribuidora de energia em Goiás, por descumprimento de indicadores de qualidade. De acordo com a Aneel, a empresa compensou em mais de R$ 126 milhões consumidores por transgressão dos indicadores de qualidade no biênio 2017 e 2018.

A Enel Goiás atende 3 milhões de unidades consumidoras em 237 municípios do estado. A distribuidora faz parte do grupo de concessões alcançadas pelo Plano de Resultados da Aneel, que prevê ações para reversão das deficiências na qualidade do serviço público prestado, com foco nos critérios de continuidade do serviço, investimentos, atendimento comercial e satisfação do consumidor.

Na manhã desta quinta-feira, 14, a diretoria da agência reguladora participou de audiência na Federação das Indústrias de Goiás (FIEG) sobre a qualidade do fornecimento de energia e o conjunto de medidas da Agência para intensificar o acompanhamento da prestação do serviço pela Enel Goiás. A Aneel anunciou ainda que vai se reunir em Brasília com a presidência do grupo “para discutir medidas emergenciais para melhoria da qualidade do serviço prestado.”

Em nota, o Ministério de Minas e Energia disse que o assunto está no "radar da pasta". Ontem (13), o MME já havia participado de uma reunião com o Ministério da Economia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também voltada para discutir a segurança e a qualidade do serviço entregue pela empresa

"Dentro das suas competências de zelar pela segurança e pela continuidade da prestação de serviços adequados aos consumidores, o MME também esteve reunido com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para avaliar as providências imediatas que a agência pretende adotar", disse a pasta.

Produzir libera incentivos a empresas que irão gerar R$ 280 mi em investimentos imediatos

Entre os projetos aprovados está a implantação da empresa Crown Embalagens, em Rio Verde, que vai gerar 114 empregos diretos e um total de até 600 diretos e indiretos

Prefeito de Aparecida revela medo de perder competitividade com redução de incentivos fiscais

Emedebista afirma que empresários que têm indústrias instaladas na cidade já têm demonstrado preocupação

Banco do Brasil é considerado o mais sustentável do mundo

BB foi o primeiro do setor financeiro no ranking Global 100 de 2019

Medida provisória assinada por Bolsonaro deve combater fraudes na previdencia

Segundo o governo federal, a nova MP vai gerar uma economia de R$ 9,8 bilhões nos primeiros 12 meses de vigência [caption id="attachment_159231" align="aligncenter" width="620"] Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil[/caption] O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou na tarde desta sexta-feira, 18, uma medida provisória (MP) para combater fraudes previdenciárias. O texto altera regras de concessão de benefícios, como auxílio-reclusão, pensão por morte e aposentadoria rural. Além disso, prevê a revisão de uma série de benefícios e "processos com suspeitas de irregularidades" concedidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Segundo o governo federal, a nova MP vai gerar uma economia de R$ 9,8 bilhões nos primeiros 12 meses de vigência. De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o governo deve investir um total de R$ 300 milhões para colocar em prática o trabalho de revisão. O texto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União e entra em vigor de forma imediata, com validade de 90 dias, prorrogáveis por igual período, mas precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional. Bolsonaro assinou a MP às vésperas da viagem que fará a Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial, a partir do próximo domingo (20). Ele deve aproveitar a ocasião para analisar alternativas para a proposta de reforma da Previdência, que o governo pretende apresentar ao Congresso Nacional em fevereiro.

Balanço da indústria goiana em 2019 é incerto, aponta Fieg

Após um 2018 de instabilidades, os rumos da economia goiana serão ditados, mais que nunca, pelo comportamento dos governos federal e estadual