Resultados do marcador: Donald Trump
Informação foi divulgada nas redes sociais por um amigo do influenciador
Caetano já havia sido premiado anteriormente, mas Bethânia se tornou a primeira cantora brasileira a conquistar um Grammy
A declaração de Donald Trump causa perplexidade e indignação em qualquer pessoa que ainda leve a sério o direito internacional e a ética diplomática
Argumentos a favor de um boicote não são meramente retóricos
Quando a ausência de consequências corrói o direito e alimenta a força. O regime de Nicolás Maduro agia ao arrepio da legalidade
É a lógica explícita de decisões de política externa que desprezam normas, tratados e instituições multilaterais
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 7, que a Venezuela concordou em utilizar os recursos obtidos com a venda de petróleo para adquirir exclusivamente produtos fabricados nos Estados Unidos.
Em publicação na rede Truth Social, Trump informou que as compras devem incluir alimentos, medicamentos, equipamentos médicos e materiais destinados à recuperação do sistema elétrico e da infraestrutura energética venezuelana. Segundo ele, o acordo estabelece os EUA como principal parceiro comercial do país sul-americano.
"Em outras palavras, a Venezuela está se comprometendo a fazer negócios com os EUA como seu principal parceiro — uma escolha sensata e algo muito positivo para o povo da Venezuela e dos Estados Unidos", acrescentou Trump.
Mais cedo, o Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou que o país já iniciou a comercialização de petróleo venezuelano. De acordo com o órgão, toda a receita gerada pelas vendas será depositada inicialmente em contas sob controle americano, mantidas em bancos reconhecidos internacionalmente.
Em nota, o departamento afirmou contar com o apoio de grandes empresas de comercialização de commodities e instituições financeiras globais para viabilizar as operações. Os recursos, segundo o governo dos EUA, permanecerão sob gestão americana para garantir a legalidade do processo e serão destinados conforme decisão da administração de Washington, com a justificativa de beneficiar as populações dos dois países.
Também nesta quarta-feira, a estatal venezuelana PDVSA informou que houve avanço nas negociações com os Estados Unidos para a venda de petróleo. A empresa afirmou que os termos discutidos seguem modelos semelhantes aos acordos firmados com parceiros estrangeiros, como a petroleira americana Chevron.
Segundo o Departamento de Energia, as vendas começam de forma imediata e não têm prazo definido para encerramento.
Na noite de terça-feira, 6, Trump declarou que os Estados Unidos devem refinar e comercializar até 50 milhões de barris de petróleo bruto que estavam retidos na Venezuela em razão do bloqueio imposto por Washington. O presidente também afirmou que fechou um acordo para a exportação de até US$ 2 bilhões em petróleo venezuelano ao mercado americano, medida que, segundo ele, reduziria a dependência chinesa desse fornecimento e ajudaria a evitar novos cortes na produção venezuelana.
Trump disse ainda que o petróleo será negociado a preços de mercado e que o governo americano ficará responsável por supervisionar o uso dos recursos obtidos. De acordo com o presidente, o transporte será feito por navios de armazenamento, com entrega direta em terminais nos Estados Unidos, volume equivalente a cerca de dois meses da produção atual da Venezuela.
Prisão de Maduro
As declarações ocorrem poucos dias após uma ação militar dos Estados Unidos em território venezuelano que resultou na prisão de Nicolás Maduro. A operação, segundo informações oficiais, deixou ao menos 55 militares venezuelanos e cubanos mortos.
Na terça-feira, a agência Reuters revelou que autoridades dos dois países já vinham discutindo a retomada das exportações de petróleo venezuelano aos EUA. Desde dezembro, milhões de barris permaneciam armazenados em navios e tanques, sem possibilidade de exportação devido às sanções impostas pelo governo Trump, que integraram a estratégia de pressão sobre Caracas.
Nesta quarta, os Estados Unidos também apreenderam, no Oceano Atlântico, um navio petroleiro vazio de bandeira russa com vínculos com a Venezuela. A medida faz parte da estratégia americana para monitorar o fluxo de petróleo na região e pressionar o governo venezuelano a se alinhar politicamente a Washington.
No último sábado, após a prisão de Maduro, Trump afirmou que pretende abrir o setor petrolífero da Venezuela à atuação de grandes companhias americanas. Segundo ele, empresas dos EUA devem investir bilhões de dólares para recuperar a infraestrutura do setor e retomar a produção em larga escala.
Antes das sanções, refinarias localizadas na Costa do Golfo dos Estados Unidos importavam cerca de 500 mil barris diários de petróleo venezuelano, cuja composição pesada é compatível com essas plantas industriais. Atualmente, apesar de deter as maiores reservas do mundo, a Venezuela produz aproximadamente 1 milhão de barris por dia, volume reduzido em razão das sanções e da deterioração da infraestrutura.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o governo americano pretende se reunir ainda nesta semana com executivos do setor petrolífero para tratar dos próximos passos da política energética em relação à Venezuela.
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A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pamela Bondi, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, foram formalmente denunciados no Distrito Sul de Nova York. A informação foi divulgada em uma publicação nas redes sociais.
Segundo a procuradora-geral, Maduro "foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e artefatos destrutivos, além de conspiração para posse de metralhadoras e artefatos destrutivos contra os Estados Unidos."
Além disso, o texto ainda traz que, em breve, o presidente venezuelano e sua esposa "enfrentarão a Justiça americana em solo americano, perante tribunais americanos. Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, agradeço ao presidente Trump por ter tido a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, assim como às forças militares que conduziram a missão que resultou na captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais.”
Até o momento, não houve divulgação de documentos judiciais detalhando as denúncias, nem confirmação oficial sobre o local onde Maduro e Cilia Flores estariam detidos. O governo da Venezuela, por sua vez, afirma que não foi formalmente informado sobre o paradeiro do presidente e contesta as ações anunciadas por autoridades americanas.
Estados Unidos conduziram ataques de grande escala contra a Venezuela e que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados. Trump também disse que a ação foi realizada em conjunto com as forças de segurança americanas.
Em resposta ao comunicado de Trump, o governo venezuelano classificou o ataque como uma “agressão militar” e declarou estado de emergência em várias regiões do país. A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, afirmou que Caracas ainda não tem informações confirmadas sobre o paradeiro de Maduro e da primeira-dama, exigindo do governo dos EUA uma prova de vida dos dois.
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Entretanto, o presidente americano não comentou para onde Maduro e a esposa foram levados. Mais detalhes da operação serão repassados em coletiva de imprensa marcada para as 13h, no horário de Brasília
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