Resultados do marcador: Donald Trump

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A “ameaça terrorista” como pretexto: por que a ofensiva de Trump contra PCC e CV é política

Classificação abre caminho para sanções econômicas, operações de inteligência e até ações militares

NA PAPUDINHA
Alexandre de Moraes autoriza visita de assessor de Trump a Bolsonaro

Moraes determinou que a visita deverá ocorrer no dia 18 de março, das 8h às 10h.

DURANTE OS ATAQUES
Em post nas redes sociais, Trump confirma morte de líder supremo do Irã, Ali Khamenei

O aiatolá esteve à frente do regime iraniano por quase 40 anos e era a principal autoridade política e religiosa do país

OFENSIVA
“Nós garantiremos que o Irã não terá uma arma nuclear”, diz Donald Trump ao confirmar ataque coordenado com Israel

Segundo ele, a ofensiva tem como finalidade proteger cidadãos e interesses dos EUA diante do que classificou como "ameaças vindas do governo iraniano"

Trump
Mundo
Trump acusa Obama de divulgar informações confidenciais sobre extraterrestres

Ex-presidente nega qualquer evidência de contato alienígena, enquanto investigações oficiais dos EUA descartam tecnologia de origem extraterrestre, apesar das teorias envolvendo a Área 51

Venezuela
Governo Trump teria usado ferramenta de IA em operação para capturar Nicolás Maduro, diz Wall Street Journal

Segundo o jornal norte-americano, o Pentágono utilizou o Claude, sistema de inteligência artificial da Anthropic, por meio de parceria com a Palantir

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Imigração
Influenciador brasileiro nos EUA é preso pelo ICE após faltar audiência; ele já elogiou Trump

Informação foi divulgada nas redes sociais por um amigo do influenciador

Premiação
Grammy 2026 tem críticas a Trump, protestos contra o ICE e vitória histórica de Caetano e Bethânia

Caetano já havia sido premiado anteriormente, mas Bethânia se tornou a primeira cantora brasileira a conquistar um Grammy

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CONTRADIÇÃO
Anexação da Groenlândia viola a soberania da Dinamarca, aliado histórico dos EUA

A declaração de Donald Trump causa perplexidade e indignação em qualquer pessoa que ainda leve a sério o direito internacional e a ética diplomática

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Ações de Trump podem render boicote de países à Copa do Mundo?

Argumentos a favor de um boicote não são meramente retóricos

POLÍTICA INTERNACIONAL
Venezuela e Estados Unidos: os efeitos corrosivos da impunidade

Quando a ausência de consequências corrói o direito e alimenta a força. O regime de Nicolás Maduro agia ao arrepio da legalidade

Foto Reprodução
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Quem elegeu os EUA presidente do mundo, e Trump o dono?

É a lógica explícita de decisões de política externa que desprezam normas, tratados e instituições multilaterais

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Alimentos e muitos mais
Venezuela vai usar receita do petróleo para comprar produtos dos EUA, diz Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 7, que a Venezuela concordou em utilizar os recursos obtidos com a venda de petróleo para adquirir exclusivamente produtos fabricados nos Estados Unidos.

Em publicação na rede Truth Social, Trump informou que as compras devem incluir alimentos, medicamentos, equipamentos médicos e materiais destinados à recuperação do sistema elétrico e da infraestrutura energética venezuelana. Segundo ele, o acordo estabelece os EUA como principal parceiro comercial do país sul-americano.

"Em outras palavras, a Venezuela está se comprometendo a fazer negócios com os EUA como seu principal parceiro — uma escolha sensata e algo muito positivo para o povo da Venezuela e dos Estados Unidos", acrescentou Trump.

Mais cedo, o Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou que o país já iniciou a comercialização de petróleo venezuelano. De acordo com o órgão, toda a receita gerada pelas vendas será depositada inicialmente em contas sob controle americano, mantidas em bancos reconhecidos internacionalmente.

Em nota, o departamento afirmou contar com o apoio de grandes empresas de comercialização de commodities e instituições financeiras globais para viabilizar as operações. Os recursos, segundo o governo dos EUA, permanecerão sob gestão americana para garantir a legalidade do processo e serão destinados conforme decisão da administração de Washington, com a justificativa de beneficiar as populações dos dois países.

Também nesta quarta-feira, a estatal venezuelana PDVSA informou que houve avanço nas negociações com os Estados Unidos para a venda de petróleo. A empresa afirmou que os termos discutidos seguem modelos semelhantes aos acordos firmados com parceiros estrangeiros, como a petroleira americana Chevron.

Segundo o Departamento de Energia, as vendas começam de forma imediata e não têm prazo definido para encerramento.

Na noite de terça-feira, 6, Trump declarou que os Estados Unidos devem refinar e comercializar até 50 milhões de barris de petróleo bruto que estavam retidos na Venezuela em razão do bloqueio imposto por Washington. O presidente também afirmou que fechou um acordo para a exportação de até US$ 2 bilhões em petróleo venezuelano ao mercado americano, medida que, segundo ele, reduziria a dependência chinesa desse fornecimento e ajudaria a evitar novos cortes na produção venezuelana.

Trump disse ainda que o petróleo será negociado a preços de mercado e que o governo americano ficará responsável por supervisionar o uso dos recursos obtidos. De acordo com o presidente, o transporte será feito por navios de armazenamento, com entrega direta em terminais nos Estados Unidos, volume equivalente a cerca de dois meses da produção atual da Venezuela.

Prisão de Maduro

As declarações ocorrem poucos dias após uma ação militar dos Estados Unidos em território venezuelano que resultou na prisão de Nicolás Maduro. A operação, segundo informações oficiais, deixou ao menos 55 militares venezuelanos e cubanos mortos.

Na terça-feira, a agência Reuters revelou que autoridades dos dois países já vinham discutindo a retomada das exportações de petróleo venezuelano aos EUA. Desde dezembro, milhões de barris permaneciam armazenados em navios e tanques, sem possibilidade de exportação devido às sanções impostas pelo governo Trump, que integraram a estratégia de pressão sobre Caracas.

Nesta quarta, os Estados Unidos também apreenderam, no Oceano Atlântico, um navio petroleiro vazio de bandeira russa com vínculos com a Venezuela. A medida faz parte da estratégia americana para monitorar o fluxo de petróleo na região e pressionar o governo venezuelano a se alinhar politicamente a Washington.

No último sábado, após a prisão de Maduro, Trump afirmou que pretende abrir o setor petrolífero da Venezuela à atuação de grandes companhias americanas. Segundo ele, empresas dos EUA devem investir bilhões de dólares para recuperar a infraestrutura do setor e retomar a produção em larga escala.

Antes das sanções, refinarias localizadas na Costa do Golfo dos Estados Unidos importavam cerca de 500 mil barris diários de petróleo venezuelano, cuja composição pesada é compatível com essas plantas industriais. Atualmente, apesar de deter as maiores reservas do mundo, a Venezuela produz aproximadamente 1 milhão de barris por dia, volume reduzido em razão das sanções e da deterioração da infraestrutura.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o governo americano pretende se reunir ainda nesta semana com executivos do setor petrolífero para tratar dos próximos passos da política energética em relação à Venezuela.

Leia mais: Trump determina saída dos EUA de mais de 60 organizações internacionais por atuarem “de forma contrária aos interesses do governo”

Maduro e sua esposa, Cilia Flores | Foto: The Image Direct
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