Vacinação: saúde e economia

Opinião – Lincoln Tejota é vice-governador do Estado de Goiás

Podemos compreender o cansaço da maioria de nós com a pandemia, mas ela continua entre nós, fazendo, em média, mil mortes por dia em todo o país. E exigindo de todos o compromisso no respeito diário às normas sanitárias de convívio. O Governo de Goiás tem trabalhado desde o início pela preservação da vida dos goianos e agora intensificou os esforços e o senso de urgência para, de um lado garantir e acelerar a imunização dos cidadãos, proporcionar atendimento adequado e regionalizado às vítimas da Covid e ampliar o diálogo com municípios e entidades, para equacionar as necessárias barreiras à disseminação do novo coronavírus.

Graças a Deus, os profissionais de saúde e idosos abrigados já foram imunizados. Nossos profissionais continuam na linha de frente desempenhando um trabalho de excelência no cuidado aos mais vulneráveis à doença e a todos que demandam os serviços de saúde. Agora, iniciamos a vacinação para os idosos com mais de 85 anos, dando início à proteção da faixa etária mais vitimada pela Covid-19.

O governador Ronaldo Caiado tem liderado nacionalmente a busca por opções de vacinas e, igualmente importante, por um pacto de isonomia com celeridade na vacinação de todos, respeitadas as prioridades. A chegada de imunizantes e a ampliação do leque de vacinas disponíveis – com perspectiva inclusive de opção totalmente nacional-, renovam a esperança e representam a vitória e o triunfo da ciência, da dedicação de servidores públicos, da visão social de hospitais e centros privados de formação, empresas de tecnologia e inovação e do altruísmo de centenas de milhares de anônimos.

Meu reconhecimento aos que atuam na Anvisa, Instituto Butantã, Fiocruz, Ministério da Saúde, no Sistema Único de Saúde, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, administrativos e todos os combatentes pela saúde e pela atenção aos pacientes.

Estamos trabalhando para aumentar a quantidade de goianos imunizados. A vacina é a única forma de deixarmos a pandemia para trás. É ela que vai salvar vidas e também viabilizar a retomada econômica por completo. A empatia de todos para que respeitemos a ordem de vacinação dos grupos é uma questão de humanidade, assim como manter o autocuidado de higiene e as restrições de circulação.

Estamos há quase um ano lidando com os desafios diários provocados pela pandemia. Mais que um desafio sanitário, vivemos um momento de prova civilizatória. A pandemia trouxe luto a milhares de famílias no mundo, no Brasil, em Goiás. Com isso a orfandade, o desemprego e a exaustão de profissionais que atuam nas trincheiras de atendimento às vítimas da Covid.

O que o momento pede de cada um de nós é empatia, generosidade, resiliência e gratidão, com senso de coletividade. As vacinas estão chegando e são a pista de reconstrução, mas há muito mais a fazer até a retomada de vida social, econômica e educacional com segurança para todos.

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