Engenheiro, ex-secretário de Marconi Perillo e candidato a vice-prefeito de Goiânia em 2020, Morais planeja voltar para Brasília

Antes cotado como suplente de Henrique Meirelles (PSD), que deve ser candidato ao Senado Federal na chapa de Ronaldo Caiado (UB) e Daniel Vilela (MDB), o empresário Wilder Morais (PSC) agora tenta pleitear o Senado Federal pelo Partido Liberal, de Jair Bolsonaro (PL). Wilder já esteve no Congresso Nacional entre 2012 e 2019 como herdeiro da cadeira que era de Demóstenes Torres. A volta dele ao posto, no entanto, dependerá da musculatura política.

A mesma condicionante vale para o atual senador da República e pré-candidato a reeleição, Luiz do Carmo (sem partido), que também tenta vaga na chapa majoritária do bolsonarismo goiano. De acordo com o presidente estadual da sigla, Flávio Canedo, a composição de uma chapa competitiva será o critério de definição do nome. Portanto, Wilder ou do Carmo pode ser o nome que caminhará com o deputado federal Vítor Hugo (União Brasil) na disputa pelo Palácio das Esmeraldas. Isso porque, apesar das investidas do prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha (sem partido), Vítor é o nome de Bolsonaro em Goiás.

Nas eleições municipais de 2020, Wilder filiado ao PSC, buscou, ao lado de Vanderlan Cardoso (PSD), ser vice-prefeito de Goiânia. Na época, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), apoiou a chapa. Antes, Wilder era ligado ao grupo do ex-governador Marconi Perillo (PSDB). Tanto que, com Demóstenes eleito, o empresário foi convidado por Marconi a assumir a Secretaria de Infraestrutura de Goiás. Em 2012, com a cassação do mandato de Demóstenes, Wilder deixou o governo e rumou para Brasília, para aonde quer voltar.