Vídeos mostram desespero de manifestantes reprimidos pela Guarda Civil

Em um verdadeiro cenário de guerra, gestão Iris promoveu a desocupação do prédio da Secretaria Municipal de Educação

Um vídeo publicado no Facebook do vereador Jorge Kajuru (PRP) mostra o desespero dos manifestantes que ocupavam a Secretaria Municipal de Educação após a entrada da Guarda Civil Metropolitana.

Em greve e protestando contra gestão do prefeito Iris Rezende (PMDB), professores, alunos e servidores da Educação ocuparam o prédio, localizado no setor Leste Universitário, em Goiânia, quando foram surpreendidos pela ação repressora.

Com tiros de borracha, bombas de efeito moral e cassetetes, a Guada Civil tentou (e conseguiu) retirar a força, na noite desta quarta-feira (26/4), os manifestantes. Em um verdadeiro cenário de guerra, é possível ouvir o barulho dos tiros e das bombas, bem como gritos dos ocupantes pedindo para que não “revidem”.

Veja abaixo:

Outro momento chocante pode ser visto abaixo, quando uma mulher é carregada desmaiada por guardas civis após a ação truculenta.

 

Uma resposta para “Vídeos mostram desespero de manifestantes reprimidos pela Guarda Civil”

  1. Avatar Luci disse:

    Amigos, sou professora com pós graduação. Devo dizer lhes que não é fácil atuar e disputar a atenção de educandos sem o material e estrutura incompatíveis com um hambiente escolar.
    Não é fácil ter que implorar por material didático para oferecer uma aula mais criativa.
    Tudo é muito difícil, mas, temos ainda maiores dificuldades: não somos reconhecidos como imprescindíveis ao desenvolvimento intelectual, moral e ético de vários educandos que passam por nós ao longo de nossa vida laboral.
    Não é fácil sermos usados como massa de manobra.
    Também não é fácil ficar inteiro e ser respeitado pelas autoridades quando decidimos protestar em nome de nossos educandos. Brigamos por melhorias nas escolas e por melhores condições de trabalho. Porém nos tratam como bandidos sem cargos. Pois os que tem cargos no governo, podem tudo.
    Não é fácil. Mas continuaremos na luta!

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