Vereadores analisam 12 vetos de Iris e derrubam apenas dois

Prefeito vetou, por exemplo, projeto que obriga Executivo a prestar contas dos valores arrecadados no aterro sanitário

Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Durante o recesso parlamentar dos vereadores de Goiânia, o prefeito Iris Rezende (MDB) vetou uma série de matérias aprovadas pelo plenário em 2018. No retorno aos trabalhos na manhã de terça-feira, 5, 14 vetos começaram a ser analisados e a sessão desta quarta, 6, encerrou com apenas dois deles derrubados.

Na primeira sessão, quando a votação se iniciou o quórum era de 18 vereadores presentes. O número também é a quantidade mínima de votos para que um veto não seja mantido. Ou seja, para que fossem rejeitados, a votação teria que ser unânime.

Nesse dia, portanto, os seis vetos analisados foram mantidos. E a tribuna foi palco para discussões e animosidades entre os parlamentares no início da 18ª Legislatura. Embates que chegaram ao ápice quando o vereador Anselmo Pereira (PSDB) disse que retiraria Tiãozinho Porto (Pros) da liderança do Prefeito na Casa.

Já na segunda sessão, outras seis respostas do prefeito foram apreciadas, restando duas para próxima ocasião. Já de início, foi derrubado o veto ao projeto, de Romário Policarpo (Pros), que acrescenta inciso VII e parágrafo único ao art.14 da Lei 9.935 de 26/10/16 — Lei que dispõe sobre benefício de pecúlio do Plano de Seguridade Social dos Servidores Efetivos.

Em seguida, os vereadores rejeitaram a resposta negativa de Iris à matéria de Izídio Alves (PR), que dispõe sobre obrigatoriedade do Executivo a prestar contas dos valores arrecadados no aterro sanitário. Outros quatro vetos foram mantidos e mais dois ainda serão analisados na sessão desta quinta-feira, 7.

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