Em representação, Priscilla Tejota solicita convocação imediata de concursados e pede instauração de inquérito civil público para apurar condutas do Paço quanto ao caso

Vereadora protocola denúncia no MPGO

A vereadora Priscilla Tejota (PSD) protocolou nesta sexta-feira (20/1) no Ministério Público de Goiás (MPGO) representação contra o prefeito Iris Rezende (PMDB) e o secretário de Educação, Marcelo Costa, por deixar de convocar mais de 4,8 mil concursados para preencher as vagas da rede municipal de ensino.

[relacionadas artigos=”85091,85019″]

A vereadora lembra que a secretaria emitiu no início dessa semana portaria prorrogando por mais um ano o contrato dos servidores temporários. Para a parlamentar, a decisão negligencia o processo seletivo, homologado pelo Paço no final do último ano.

“É perfeitamente viável à nova administração manter parte dos temporários, sem prejudicar o ano letivo, e iniciar a posse dos aprovados. Nomeá-los foi uma das várias promessas de campanha do prefeito Iris Rezende. Não vamos aceitar que a Prefeitura passe por cima desse direito dos concursados”, explicou Tejota ao Jornal Opção.

No documento, também assinado pelos vereadores Elias Vaz (PSB), Jorge Kajuru (PRP) e Dra. Cristina (PSDB), Priscilla pede pela convocação imediata dos concursados dentro do limite de vagas existentes, além de solicitar instauração de inquérito civil público para apurar a portaria que prorrogou os contratos temporários.

Na quarta-feira (18), um grupo de aprovados já havia procurado o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) para denunciar o caso. Antes disso, outros concursados entraram com mandados de segurança individuais também no MP-GO para denunciar o caso.

Já na quinta-feira (18), o advogado Luan Gomes entrou na Justiça com uma ação popular contra o Município de Goiânia e o secretário de Educação, Marcelo Costa, pelos mesmos motivos.