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Esperava-se que o pessedista tivesse entre 110 e 120 mil votos | Foto: Jornal Opção

Esperava-se que a base do governador Marconi Perillo (PSDB) fizesse 11 ou 12 deputados federais. Na análise dos governistas, apenas alguma surpresa poderia levar à eleição de 13. E ela aconteceu com a votação inesperada de 274.493 votos de Waldir Soares (PSDB).

A votação do delegado da Polícia Civil passou tanto do número necessário para se eleger, que acabou elegendo mais um: Thiago Peixoto (PSD). O ex-secretário de Educação obteve 79.666 votos, que não é baixa, mas não o elegeria. Tanto que ele foi o 15º por ordem de votação, ficando à frente de Lucas Vergílio (SD) e Pedro Chaves (PMDB), que também foram eleitos graças à votação de Daniel Vilela (PMDB) – 179.214.

A título de comparação, Jorge Kajuru (PRP) teve 106.291 votos e não foi eleito devido ao coeficiente eleitoral. Isso porque ele foi o único de sua coligação a ter uma votação expressiva. Se Kajuru estivesse nas coligações de Iris Rezende (PMDB) ou de Antônio Gomide (PT), ele seria eleito.

É preciso dizer ainda que Waldir, de quebra, atrapalhou Dona Iris, visto que, mais da metade de sua votação veio de Goiânia (178.708), principal base eleitoral da peemedebista.