Testemunhas afirmam que piloto de helicóptero onde estava Fernandão não havia ingerido bebida alcóolica

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A delegada responsável pelo inquérito explicou que ainda não há sinal de que houve algum ato de imprudência

A delegada Bruna Coelho responsável pelo inquérito que investiga as causas do acidente de helicóptero que vitimaram o ex-jogador de futebol Fernando Lúcio da Costa, 36 anos, o Fernandão, e mais quatro pessoas, ouviu testemunhas que estavam próximas ao local do acidente e ajudaram no resgate nesta segunda-feira (11/6). Segundo testemunhas que prestaram depoimento, Milton Ananias, coronel aposentado da Polícia Militar, que pilotava o helicóptero, não havia ingerido bebida alcoólica. Ainda assim, a delegada pediu laudos técnicos para confirmar.

A delegada explicou que ainda não há sinal de houve algum ato de imprudência. “A informação é que os quatro passageiros estavam bebendo e que Milton não costumava fazer a ingestão de qualquer bebida alcoólica.” Bruna Coelho sustentou que essas informações só serão comprovadas após o resultado dos laudos.

O acidente ocorreu no último sábado (7/6) em Aruanã, a 315 km de Goiânia. Além do ex-jogador também morreram Antônio de Pádua, primo do governador Marconi Perillo (PSDB), conhecido como Bidó, Edmilson de Sousa Leme, vereador de Palmeiras de Goiás; Lindomar Mendes Vieira, caseiro da fazenda, e o piloto, Milton Ananias. A delegada Bruna Coelho sustenta que nenhuma estava no acidente, mas ainda assim as informações vão contribuir para as investigações.

A Polícia Civil afirmou que continua aguardando os laudos técnicos do Instituto de Criminalística (IC) e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Bruna Coelho ainda relembra que este tipo de aeronave possuía restrições para voos noturno. “Os peritos me disseram que não era proibido, mas existia uma restrição para que houvesse condições visuais”, e completa: “No momento não havia fumaça, neblina, apenas uma questão de falta de luminosidade.”

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