Taxa Selic aumenta e isso dificulta retomada de investimentos na economia, diz Fieg

Pela quarta vez consecutiva, a taxa básica de juros da economia irá aumentar

O presidente da Fieg, Sandro Mabel.

Nesta quarta-feira, 04, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou a taxa básica de juros da economia em 1 ponto porcentual. Com isso, a taxa Selic sobe para 5,25% ao ano, se tornando o o maior aumento desde 2017.

Para a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), este aumento vem em hora errada, pois o mercado está começando a sair da crise econômica causada pela pandemia do covid-19 e o crescimento dessa taxa apenas gera maiores juros à sociedade. Para o presidente da Fieg, Sandro Mabel, “buscar o controle da inflação com mais juros é repassar a conta para a sociedade. As lideranças políticas precisam fazer o dever de casa, aprovando a Reforma Administrativa e controlando gastos públicos”, declarou.

Mabel também defende que o aumento das taxas inviabilizam a retomada de investimentos produtivos que proporcionam emprego e renda para a população. Segundo ele, “precisamos retomar um círculo de prosperidade na economia, com menos juros, mais investimentos e empregos e retomada do consumo interno e aumento da renda dos trabalhadores”.

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