Servidores municipais da Saúde se revoltam com proposta do Paço e decidem manter greve

Prefeito Paulo Garcia sinalizou para negociação de apenas um ou dois pontos da pauta de reivindicações

Divulgação/SindSaúde

Divulgação/SindSaúde

Os servidores da Saúde da capital goiana decidiram, em assembleia na manhã desta quinta-feira (16), no auditório da Câmara Municipal, manter a greve da categoria e ampliar a paralisação. Segundo informações do Sindicato do Trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SindSaúde), os trabalhadores se revoltaram com o posicionamento do prefeito Paulo Garcia (PT) em sinalizar negociação para apenas um ou dois pontos da pauta de reivindicações.

A greve, que dura quatro dias, já abrange todas as categorias da Saúde municipal. O Sindicato dos Odontólogos, dos Médicos e o Samu também decidiram que  vão aderir à paralisação. Durante assembleia, também foi definido o novo cronograma para os próximos dias da mobilização.

Às 19 horas desta quinta-feira, a categoria fará um ato público em frente ao prédio do Samu Central no Jardim Goiás. O objetivo é orientar e oficializar a adesão dos trabalhadores da unidade.  Na sexta-feira (17), às 9 horas, haverá um novo protesto. Na ocasião, os trabalhadores farão o enterro simbólico dos vereadores que votaram contra as reivindicações da Saúde.

De acordo com o SindSaúde, o comando de greve tem visitado unidades da capital com o objetivo de paralisar aquelas que não atendam urgência e emergência, mas que ainda estão prestando outros tipos de atendimento.

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