Sem recursos, obras do BRT em Goiânia seguem paralisadas e acumulando lixo

Ministério das Cidades liberou R$ 3 milhões para expandir os trechos do Terminal Cruzeiro ao Terminal Veiga Jardim, em Aparecida de Goiânia

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Depois que a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) apontaram irregularidades nas obras do BRT Norte-Sul e o repasse de R$ 10 milhões por parte da Caixa ser suspenso, os canteiros de obra tornaram-se verdadeiros “lixões” a céu aberto.

Na última sexta-feira (22/12), o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, anunciou a liberação de R$ 3 milhões para andamento da obra nos trechos entre o Terminal Cruzeiro e o Terminal Veiga Jardim, só que em Aparecida de Goiânia.

Na capital, no entanto, a situação continua a mesma. Basta uma volta pela cidade para ver que as obras estão abandonadas, acumulando lixo, servindo de criadouro do mosquito da dengue e colocando em risco a saúde da população.

Na frente de serviço em frente ao Terminal Rodoviário de Goiânia, o movimento de fim ano da Feira Hippie e região da 44,  deixou a situação ainda mais caótica.

Sacos plásticos, copos descartáveis, garrafas pets e toda espécie de lixo que foram jogada nas ruas e carregadas pelas chuvas, agora entopem as crateras abertas na construção daquele que seria o corredor ligação das regiões  norte e sul de Goiânia.

Mas a paralisação das obras não é só caso de saúde pública. O descaso também provoca prejuízo aos cofres públicos. Mesmo parada, a obra custa mais de R$ 1 milhão por mês.

Jornal Opção entrou em contato com a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), mas não obtivemos resposta até a publicação desta matéria.

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