Segurança Pública terá aumento de investimentos em Goiás, diz novo secretário

Irapuan Costa Júnior afirmou ainda que o setor de inteligência do estado é um dos melhores do Brasil

Novo secretário de Segurança Pública, Irapuan Costa Júnior, em entrevista à TBC | Foto: Divulgação

O novo secretário de Segurança Pública de Goiás, Irapuan Costa Júnior, antecipou com exclusividade à Jornal da Nova TBC – 1.ª Edição os principais pontos de sua plataforma de gestão. Em entrevista exclusiva à emissora neste sábado (17/2), Irapuan afirmou que prevenção, inteligência e repressão serão prioridades e que para isso não faltarão mais recursos, garantia dada pelo governador Marconi Perillo.

A notícia exclusiva, em primeira mão, é um das marcas do novo jornalismo dos veículos da Agência Brasil Central (ABC) implantando pelo presidente João Bosco Bittencourt. A nova TBC já tinha saído na frente na cobertura das mudanças na Segurança Pública ao ser o primeiro veículo de comunicação do Estado a entrevistar Irapuan Costa Júnior, ex-governador do Estado. Na entrevista deste sábado (17), o jornalismo da TBC fez perguntas sobre todos os temas da pasta.

“Os investimentos em segurança começaram a crescer muito a partir da gestão do vice-governador José Eliton (que foi titular da SSP na primeira metade do quarto mandato de Marconi) e eu obtive a garantia o governador que isso vai prosseguir”, disse Irapuan. O secretário afirmou que a pasta está muitíssimo bem estruturada e que o setor de inteligência, essencial para o combate ao crime “é, sem dúvida, um dos melhores do Brasil”.

Irapuan também destacou o processo de valorização das carreiras policiais nos governos de Marconi e afirmou que essa diretriz de gestão é imprescindível para o combate à violência. O secretário disse que o policial “não pode ser intimidado” a não fazer o seu trabalho e que “os eventuais excessos não serão julgados pelo secretário, pela imprensa ou pela opinião pública, mas à luz da legislação. “Não vou linchar policial. Eu sou legalista”, disse o secretário.

Perguntado se compartilha da visão segundo a qual “bandido bom é bandido morto”, Irapuan respondeu que os cidadãos com delito registrado e submetido a pena têm de ser “segregados da sociedade para cumprir pena em prisões em condições de recuperação” e que, nesse quesito, tem especial preocupação com a reincidência, especialmente nos casos de soltura após crime de homicídio. “Temos visto os casos de reincidência, em que os crimes são cometidos por quem deveria estar preso”, disse.

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