Sede da Alego no Bosque dos Buritis se torna Palácio da Cultura de Goiânia

TCM e secretaria de Finanças também disputavam a utilização do prédio; local será utilizado para ensaios e apresentação da Orquestra Sinfônica de Goiânia

O prefeito de Goiânia Rogério Cruz (Republicanos) anunciou, nesta terça-feira, 15, que a antiga sede da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), localizada no Bosque dos Buritis, será transformada no Palácio de Cultura da capital. O local também era disputado pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-GO), pela Secretaria de Finanças de Goiânia (Sefin) e já havia sido solicitado até pela Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA) e pelo vereador Clécio Alves (MDB), para se tornar um memorial de homenagem ao ex-governador de Goiás, Iris Rezende.

“Local será palco da arte e da cultura goianiense, com espaços para ensaio, apresentação da Orquestra Sinfônica, e para diversas intervenções artísticas”, diz, durante anúncio da retomada cultural, em Goiânia. Cruz ainda ressaltou que o local não pode se tornar apenas a “Secretaria da Cultura”, mas o Palácio da Cultura. “Lá, vamos levar a cultura completa para aquele local”, disse, ao ressaltar que o prédio pertence ao município de Goiânia, poupando gastos com aluguéis.

A média de economia de gastos por parte do Paço, ao instalar o Palácio da Cultura, de acordo com o prefeito é estimada em R$ 150 mil mensais. A previsão é que a Prefeitura receba a sede entre o final de abril e o início de maio, que é quando a transferência da estrutura administrativa da Alego à sede do Park Lozandes deve ser finalizada. No anúncio, Cruz explicou que a questão financeira foi a que mais pesou na decisão, ao analisar as diversas propostas para utilização do prédio.

Como já explicado pelo Jornal Opção, a possibilidade de transferência da Secretaria Municipal de Cultura, com o objetivo de transformar o espaço também em um centro cultural, está em pauta desde 2017. Na época em que foi sugerida, inclusive, a ideia foi bem recebida por diversos setores, como o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU) e a Associação dos Protetores do Bosque dos Buritis (APBB).

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