Reunião na UFG vai definir estratégias de repovoamento de peixes no Araguaia

Projeto pretende reintroduzir espécies no maior rio goiano e conta com participação de diferentes entidades

Rio Araguaia deve ser repovoado com peixes | Foto: Reprodução

Repovoamento de peixes no rio Araguaia é um objetivo que passa pela união de diferentes instituições. Diante disso, representantes da Universidade Federal de Goiás, Pontifícia Universidade Católica (PUC), Associação Goiana de Piscicultura e o deputado federal Elias Vaz (PSB) se reunem na terça-feira, 3, para planejar a melhor forma de reintroduzir população de peixes no maior rio goiano.

O encontro será realizado às 10h na reitoria da UFG e terá a presença do gerente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Miguel Farinasso, e o engenheiro Hermano Santos, da unidade de recursos pesqueiros e aquicultura.

O recurso já está garantido por emenda parlamentar apresentada por Elias Vaz. “Já temos a verba necessária. Mas podemos ampliar o projeto com a mobilização de outros parlamentares da bancada goiana. Há muitas reclamações de que os peixes no Araguaia estão ‘sumindo’ e não podemos assistir a essa situação de braços cruzados”, afirma o deputado.

No mês passado, Elias se reuniu com o reitor da UFG e professores das universidades goianas especializados em piscicultura, com extensa experiência na área, para falar sobre a viabilidade do projeto. Na ocasião, foi formado um grupo de trabalho para coordenar as ações necessárias para o repovoamento.

Codevasf

Criada inicialmente para atuar na bacia hidrográfica do São Francisco e do Parnaíba, a Codevasf, empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, teve a área de abrangência ampliada em 2017, atendendo também as bacias do Araguaia e do Tocantins.

É considerada referência no repovoamento de peixes por especialistas do país inteiro, importância reforçada pelos professores goianos. A Companhia atua na revitalização de bacias hidrográficas, agricultura irrigada, inclusão produtiva e arranjos produtivos locais e se destaca na operação dos Centros Integrados de Recursos Pesqueiros e Aquicultura.

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