Quaest: Celina Leão registra 34%, Arruda 20% e Leandro Grass 13% no DF
25 agosto 2026 às 20h02

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A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira, 25, mostra a governadora Celina Leão (PP) com 34% das intenções de voto na disputa pelo Governo do Distrito Federal. Arruda (PSD) registra 20% e Leandro Grass (PT), 13%. Os dados são do cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.
Paula Belmonte (PSDB) e Cappelli (PSB) aparecem com 3% cada. Kiko Caputo (Novo) registra 2% e Professora Samara Mineiro (UP), 1%. Elisson (Agir), Professor Robson (PSTU), Expedito Mendonça (PCO) e Rico Pinheiro (PRTB) não pontuaram.
Brancos, nulos e eleitores que afirmam que não vão votar somam 10%. Outros 14% não souberam ou não responderam.
Encomendada pela Globo, a pesquisa ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-06256/2026.
Pesquisa espontânea
No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Celina Leão é citada por 15%. Arruda aparece com 8% e Leandro Grass, com 7%.
Cappelli e Paula Belmonte registram 1% cada. Os demais candidatos também aparecem com 1%. Brancos, nulos e aqueles que afirmam que não vão votar somam 3%, enquanto 63% dos entrevistados estão indecisos.
Cenários de segundo turno
A Quaest também apresentou três simulações de segundo turno. Em um confronto entre Celina Leão e Arruda, a governadora registra 42%, enquanto o candidato do PSD aparece com 32%.
Em outro cenário, Celina Leão registra 52% contra Leandro Grass. Já na simulação entre Arruda e Leandro Grass, o candidato do PSD aparece com 44%, enquanto o petista tem 26%.
Principais problemas do Distrito Federal
O levantamento também perguntou aos entrevistados quais são os principais problemas do Distrito Federal. A saúde foi citada por 58%, seguida por corrupção, com 14%, e violência, com 10%.
Educação aparece com 3%, enquanto economia e pobreza e desigualdade registram 2% cada. Desemprego e infraestrutura são mencionados por 1% dos entrevistados cada. Outros problemas somam 7%.
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