Matéria prevê que agentes dessa graduação sejam transferidos para a graduação de Soldado de 2ª Classe

Foto: Nathan Sampaio/Jornal Opção

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Em sessão na tarde desta terça-feira, 26, a Assembleia Legislativa de Goiás aprovou em primeira votação o projeto do Executivo de extinção da terceira classe nas carreiras de praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, de Agente de Polícia e de Escrivão de Polícia, da Polícia Civil, de Assistente de Gestão Prisional e de Agente de Segurança Prisional, da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária.

Atualmente, os agentes incluídos nessas classes e graduações tiveram sua remuneração inicialmente fixada em R$ 1,5 mil. O projeto prevê que os quantitativos da graduação, bem como os respectivos ocupantes, ficam transferidos para a graduação de Soldado de 2ª Classe. O projeto foi discutido na quinta-feira, 21, mas voltou para a Comissão de Constituição, Redação e Justiça (CCJ), por ter havido propostas de duas emendas, além de pedidos de vistas.

Ele também foi alvo de embates na CCJ, quando o líder do Governo pediu que o deputado estadual Major Araújo e Delegado Eduardo Prado retirassem suas emendas, porque não haveria condições financeira do governador Ronaldo Caiado (DEM) mantê-las e, por isso, corria o risco de ele retirar a matéria por completo da Casa.

As propostas dos parlamentares pediam a inclusão de policiais civis e agentes prisionais no cômputo do tempo já trabalhado no interstício para promoção, que contempla, no texto, apenas a PM e os Bombeiros. Assim, se retiraria da proposta a parte que impossibilita progressão de carreira de profissionais antes de 2022.

Entretanto, sob o risco de retirada da matéria pelo Governo, contrariados, os deputados recuaram de suas emendas, mas se dispuseram a insistir na proposta por meio de novos projetos de Lei. A pauta agora segue para segunda votação, que deve ser feita em sessão nesta quarta-feira, 27.