Programa de integridade, em vigor no próximo mês, mobiliza empresas goianas

Lei aprovada em junho determina a prestadoras de serviços públicos elaboração de mecanismos internos que busquem evitar fraudes e prevenir riscos

Foto: reprodução

Com lei aprovada em junho deste ano, empresas que possuem ou pretendem fechar contratos com o Governo de Goiás têm até o mês de outubro para reformular ou construir programas de integridade e ética corporativa.

A principal intenção dos programas é demonstrar publicamente a preocupação das prestadoras com relação à ética corporativa. Entre os itens que precisam estar presentes no plano está a descrição de mecanismos que busquem evitar fraudes e prevenir riscos.

A Lei aprovada em Goiás se baseia na Lei da Empresa Limpa, de 2013 e Lei Anticorrupção, sendo que o Estado é o quarto do país a estruturar diretrizes sobre o tema, seguindo Rio de Janeiro, Espírito Santo e Distrito Federal.

Em nível nacional, a Petrobras e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aderiram ao programa de forma voluntária.

Uma das instituições presentes em Goiás que antecipa os planejamentos, a Vólus, empresa de meios de pagamento, defende que seguir uma política de integridade em conformidade com as leis regentes mostra transparência e gera mais credibilidade, o que, para eles, torna um diferencial competitivo.

“É uma tendência que todas as empresas vão precisar seguir”, destaca o vice-presidente da empresa, Antônio Rodrigues de Faria.

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