“Pesquisas estão fazendo com Francisco Jr. o que fizeram com Vilmar Rocha em 2014”

Tejota acredita que institutos cometem mesmo erro da última eleição, quando apontavam o então candidato do PSD, que teve 37% dos votos, com um dígito 

Candidata a vereadora Priscilla Tejota, deputado Lincoln Tejota, prefeitável Francisco Jr., ex-deputado Frederico Nascimento (todos do PSD) e Coronel Pacheco (PTB)

Candidata a vereadora Priscilla Tejota, deputado Lincoln Tejota, prefeitável Francisco Jr., ex-deputado Frederico Nascimento (todos do PSD) e Coronel Pacheco (PTB)

O deputado estadual Lincoln Tejota (PSD) participou, na noite desta terça-feira (27/9), de reunião política da campanha da esposa, Priscilla Tejota (PSD), à Câmara Municipal de Goiânia.

Em entrevista ao Jornal Opção, o parlamentar fez um balanço da eleição e questionou os resultados das pesquisas eleitorais divulgadas, que apontam o candidato do PSD, Francisco Jr., com cerca de 3% das intenções de voto.

“A situação que acontece com Francisco Jr. é muito parecida com a que aconteceu com Vilmar Rocha em 2014. As pesquisas o colocavam com 7%, 8%,  9% das intenções de voto. Quando as urnas foram abertas, Vilmar teve quase 40%, ficando com uma diferença de 200 mil votos do senador eleito, Ronaldo Caiado (DEM)”, destacou.

Segundo Lincoln, a população tem clamado por renovação e muitos dos que estão no processo não representam esse “sentimento”. “Quando andamos com Francisco em Goiânia a aceitação da população é muito boa. Esse quadro que tem sido pintado nas pesquisas eleitorais não é a realidade. Ele tem grande chances de já ter mais de 10% das intenções de voto”, conjecturou.

Ao lado de amigos, familiares, correligionários, lideranças da capital e aliados políticos, Lincoln Tejota reafirmou apoio e confiança em Francisco Jr. e questionou, ainda, o suposto favoritismo de Iris Rezende (PMDB), durante o evento realizado no Clube Cruzeiro do Sul.

“Percebo que, no começo, população buscou os nomes mais conhecidos, as grandes referências. Contudo, quando Goiânia conheceu os outros projetos, Iris caiu nas pesquisas e isso ficará ainda mais evidente no dia 2. Eles falavam em ganhar no primeiro turno, sabemos que isso não vai acontecer. Vai ter segundo turno e acredito que teremos uma surpresa”, completou.

PSD não caminha com Iris

Assim como o deputado federal Thiago Peixoto afirmou ao Jornal Opção mais cedo, o deputado estadual Lincoln Tejota vê como nula a possibilidade do PSD — caso não chegue ao segundo turno — se aliar com o PMDB. O motivo é simples: Iris é arcaico e não se renova.

“O PSD é um partido orgânico. Hoje nosso estado passa por um tempo novo, de inovação, de desenvolvimento, de industrialização, de prosperidade, liderado pelo governador Marconi Perillo (PSDB). PSD não tem como apoiar um projeto para Goiânia que pensa da mesma forma que pensava em 1960. A principal bandeira da campanha de Francisco Jr. é a inovação, a modernidade. Como apoiar com um candidato que quer fazer mutirão em 2016?”, arrematou.

 

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