Pedido de ajuda ao BRB expõe limites legais e falta de garantias, avalia economista Cesar Bergo
29 abril 2026 às 20h44

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*Por Graciliano Cândido – Jornal Opção DF/ Entorno
O pedido de apoio financeiro para o Banco de Brasília (BRB) reacende o debate sobre o papel do Estado em crises bancárias e evidencia entraves técnicos para a liberação de recursos. A avaliação é do economista Cesar Bergo, que destaca a ausência de garantias e a limitação legal para um eventual socorro.
Segundo Bergo, antes de 1995 era comum que o governo federal interviesse diretamente para salvar instituições financeiras. “Houve programas de saneamento bancário, como o PRO-E e o PRO-S, em 1994, que utilizaram recursos da União para estabilizar o sistema”, lembra. Casos como a liquidação e privatização de grandes bancos da época ilustram esse cenário.
Esse modelo mudou com a criação do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), em 1995. De natureza privada e formado por contribuições dos próprios bancos, o fundo passou a ser o principal mecanismo de proteção a correntistas e investidores em caso de quebra de instituições financeiras. “O FGC já foi testado, como na liquidação do Banco Santos, e cumpriu sua função de cobrir prejuízos”, explica.
Leia a matéria completa no Jornal Opção DF/ Entorno: Pedido de ajuda ao BRB expõe limites legais e falta de garantias, avalia economista Cesar Bergo

