“Ouvi do presidente do DC que não teria chapa para mim e por isso saí do partido”, afirma Gabriela Rodart

Vereadora filiou-se ao PTB e abandonou antiga legenda, que abriu pedido de cassação do mandato

A vereadora Gabriela Rodart (PTB), que deixou o DC em meio a turbulências de relacionamentos com a legenda, explicou que ouviu do presidente regional do partido, Alexandre Magalhães, que não teria espaço para ser candidata a deputada federal. Isso contribuiu para a abertura do processo de desfiliação partidária por justa-causa. “Escutei da boca dele que não teria chapa federal para mim, porque já tinha articulação e veto ao meu nome, por conta do Gustavo Gayer, que publicamente rompeu comigo”, aponta.

Segundo a parlamentar, por conta da força de Gayer, o DC encarou o nome como principal expoente na disputa por um espaço na Câmara Federal. Nessa condição, o partido chegou a apresentar a possibilidade de uma candidatura à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para Rodart, mas apresentou algumas condições. “Eu não aceitei e, por isso, entrei com justa-causa para sair do partido, quando fui acolhida pelo PTB, que já estava estudando minha candidatura”, explica.

Dentro do PTB, Rodart encontrou alinhamento com as pautas ideológicas que defende, especialmente as ligadas ao discurso bolsonarista, e garante que tem as portas abertas “para atuar sem nenhum tipo de perseguição, de veto ou medo por posicionamento”. Filiada à nova legenda, ela se diz confiante no andamento do processo que define a permanência ou cassação de seu mandato. “Não estou agindo com má fé, injúria ou mentira. Acreditamos que estamos certos, estamos falando a verdade e temos que confiar”, declara.

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