Obama considera ataque virtual à Sony “vandalismo” e não ato de guerra

No fim de novembro, o grupo foi alvo de um ataque reivindicado pelo grupo de hackers Guardiães da Paz (GOP)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou neste domingo (21/12) que o ataque virtual à Sony Pictures foi “cibervandalismo”, e não um ato de guerra.

“Não creio que tenha sido um ato de guerra. Penso que foi um ato de cibervandalismo com custos elevados. Levamos o assunto muito a sério”, declarou o presidente, em entrevista à emissora CNN, que divulgou antecipadamente trechos da conversa.

No fim de novembro, o grupo Sony Pictures foi alvo de um ataque reivindicado pelo grupo de hackers Guardiães da Paz (GOP). Durante o ataque, diversas informações foram roubadas. Ameaças de ataques terroristas também foram feitas, caso o filme Uma Entrevista de Loucos, comédia satírica sobre um complô fictício da CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, para assassinar o líder norte-coreano Kim Jong-un, seja exibido.

O ataque forçou a Sony Pictures a cancelar a estreia do longa. Washington acusa a Coreia do Norte de ser responsável pelo ataque. O governo norte-coreano desmentiu qualquer ligação com o ocorrido e propôs um inquérito conjunto entre os dois países para investigar o ataque virtual. Washington rejeitou a proposta.

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