MPF vai investigar UFG por possíveis omissões na segurança de eventos no câmpus

Ailton Benedito deu à UFG o prazo de dez dias para informar as providências que a instituição de ensino tem tomado sobre a morte de um estudante durante calourada

O procurador Ailton Benedito, do Ministério Público Federal em Goiás (MPF) instaurou, nesta segunda-feira (18/9), procedimento preparatório (PP) para apurar possíveis ações ou omissões da União e da Universidade Federal de Goiás (UFG) em eventos realizados nos câmpus da instituição.

Isto porque, no último fim de semana, o estudante de Ciências Ambientais Ariel Ben Hur Costa Vaz foi morto e outro foi baleado durante a “Calourada Integrada”, no Campus Samambaia. Depois da tragédia, a UFG informou que está em contato com os organizadores da festa e com a equipe de segurança da instituição para apurar mais detalhes sobre o incidente.

Ailton Benedito deu à UFG o prazo de dez dias para informar as providências que a instituição de ensino tem tomado sobre o episódio em questão e as medidas que serão adotadas nos próximos eventos promovidos dentro da universidade para garantir, de forma efetiva, a segurança dos usuários.

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