Marcus Holanda nega influência de Padre Robson na direção do PROS em Goiás

Comando estadual da sigla está nas mãos de Talitta Di Martino, esposa do ex-secretário de Governo de Marconi Perillo e ex-vereador, Tayrone Di Marttino. Talitta já foi apontada por manter um relacionamento amoroso com o padre

Após o anúncio de que o Partido Republicano da Ordem Social em Goiás (PROS-GO) seria comandado por Talitta Di Martino, especulações acerca da influência do Padre Robson de Oliveira na decisão foram levantadas. Ao Jornal Opção, o presidente nacional da legenda, Marcus Holanda, descartou a acusação e que espera as eleições de outubro de 2022 para avaliar o potencial político da nova dirigente da sigla.

A escolha por Talitta faz parte da nova direção nacional do partido. Segundo Holanda, a maioria dos estados brasileiro foram renovados com novos nomes. “Na política, confiança e lealdade são atributos importantes para qualquer dirigente, bem como sintonia e afinidade”, justifica a decisão. A novidade por Talitta, que é jornalista, cantora católica e nunca disputou uma eleição, é avaliada pelo presidente nacional como uma oportunidade para ter “ciência do potencial político de Talitta após as eleições deste ano”. Talitta chegou a se apresentar como pré-candidata a deputada federal, mas no momento diz que não está mais pensando em projeto pessoa, mas sim em um “projeto coletivo, de manter a chapa de federal que já estava montada e dar dignidade ao partido, como o fortalecendo dentro do estado”.

O deputado estadual Zé Carapô (PROS) chegou a dizer que a presidência de Talitta no partido “não se sustenta” e diz acreditar que o nome não se consolide. “Ninguém conhece e nem confia nela, além de não ter contribuído para a formação de chapa [para as eleições de 2022]. Mal chegou e quis sentar na janela”, por fim, o deputado destaca que a jornalista “veio com muita sede ao pote”. Carapô chegou a ter seu nome indicado para a presidência do partido. Sobre o fato de que dentro do partido não haveria outros nomes para ser eleito dirigente da sigla, Marcus diz ter 1.500 pré-candidatos no país, então, “com certeza não só em Goiás, como em outros estados, temos muitos talentos e políticos de know how”.

Apesar de Talitta estar na direção do PROS, seu marido está filiado ao Brasil 35, antigo Partido da Mulher Brasileira, por onde ele deve disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) neste ano. O casal Di Martino ganhou destaque na mídia após as investigações na Associação Filhos do Pai Eterno. Na época, veículos de notícias divulgaram matérias afirmando que Tayrone havia descoberto que sua esposa tinha um caso com o Padre Robson e, por isso, extorquiu do sacerdote R$ 350 mil. Entretanto, o jornalista diz que o valor repassado era referente a um contrato para a produção de uma biografia do Padre.

A cadeira, agora ocupada por Talitta, ainda está “quente”, visto que o último a assumir o comando estadual da sigla foi Léo Batista, ainda no início de abril. O troca-troca acontece também em âmbito nacional, quando o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDF) decidiu pelo afastamento de Eurípedes Júnior da presidência.

Uma resposta para “Marcus Holanda nega influência de Padre Robson na direção do PROS em Goiás”

  1. Avatar KELLY FELIPE Vasques disse:

    Thalita e uma mulher guerreira educação humilde batalhadora muito querida por todos e merecedora inata dessa cadeira ,esses mimim mim e pura perseguição política, vamos parar de feiúra ne ,ela e uma Cadidata fortíssima para deputada federal, mais e assim mesmo ,como se diz um Velho ditado popular, ninguém taca pedra em árvore que nao da frutos né

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