Marconi sobre Movimento Brasil Central: “Resultados começam a aparecer efetivamente”

Governadores se reuniram em Palmas nesta terça-feira para discutir temas relacionados ao Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do grupo

"Estamos buscando nossas próprias ferramentas para não pararmos o desenvolvimento do Centro-Oeste", disse Marconi | Foto: Divulgação

“Estamos buscando nossas próprias ferramentas para não pararmos o desenvolvimento do Centro-Oeste”, disse Marconi | Foto: Divulgação

Os governadores-membros do Fórum Movimento Brasil Central voltaram a se reunir nesta sexta-feira (11/9) em Palmas (TO) para discutir o desenvolvimento da região. Integram o grupo os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins e Rondônia e este foi o terceiro encontro dos governadores envolvidos.

Na reunião, foram tratados assuntos referentes ao Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central. Além da assinatura do protocolo de intenções, foram estabelecidas também as oito áreas de atuação do Consórcio: desenvolvimento econômico e social; agropecuária; industrialização; infraestrutura e logística; educação; empreendedorismo; inovação, ciência e tecnologia, e meio ambiente.

A previsão é de que até o próximo encontro, que será realizado em Campo Grande no dia 2 de outubro, o Consórcio já esteja consolidado. O secretário de Planejamento, Thiago Peixoto, destacou a relevância do programa: “Enquanto economicamente Brasília derrete, o Brasil Central aponta as diretrizes para o país crescer”. Ele explicou ainda que o Consórcio funcionará com um aporte de R$ 1,9 milhão de cada estado. A sede funcionará em Brasília.

“O movimento dos governadores do Brasil Central está consolidado com esta reunião em Palmas e que os resultados começam a aparecer efetivamente”, disse Marconi Perillo sobre a reunião. Participaram da reunião, além de Marconi, os governadores Marcelo Miranda (PMDB-TO), Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), Pedro Taques (PDT-MT), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Confúcio Moura (PMDB-RO).

Segundo o governador, mesmo com o envolvimento do Secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, cabe ao próprio grupo listar as prioridades. “Todos sabem que os governos vivem momentos difíceis, mas estamos buscando nossas próprias ferramentas para não pararmos o desenvolvimento do Centro-Oeste”, completou ele.

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