Maguito Vilela pretende implantar local de amparo às mulheres vítimas de violência doméstica

Casa da Mulher Goianiense entra em conjunto de ações para combater violência contra mulher na capital

O candidato a prefeito Maguito Vilela (MDB) disse que, dentro do seu plano de governo de políticas de assistência e proteção às mulheres em situação de vulnerabilidade social, pretende implantar e equipar a Casa da Mulher Goianiense. O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) já destinou R$ 10,5 milhões para criação do local de amparo na capital.

Flávia Teles, esposa de Maguito Vilela, ressaltou a importância do modelo de proteção, inspirado na Casa da Mulher Brasileira, em Brasília.

“A mulher que sofre violência doméstica não tem condições de sair da casa porque ela não tem como se manter, esta será uma oportunidade formidável da mulher garantir independência financeira e romper com o ciclo de violência e trazer dignidade para a família”, disse Flávia, que também chamou atenção para o agravamento deste problema durante a pandemia de coronavírus como fator importante a para criação de políticas imediatas para as mulheres.

A ideia é que o local conte com ampla rede de apoio entre a sociedade civil, entidades do terceiro setor e iniciativas específicas para as mulheres, e ainda estruturas do Poder Judiciário para dar amparo jurídico às mulheres, além de equipe multidisciplinar para dar apoio psicossocial, de capacitação e ações que garantam a autonomia econômica.

Outras iniciativas

Outra iniciativa prevista no plano de governo de Maguito é o programa Valorização à Mãe Solo , que pretende estabelecer condições para a inserção da mulher no mercado de trabalho e na vida social e também a formação de uma ampla rede de apoio.

Na área de segurança pública, o município vai instrumentalizar a Guarda Civil Metropolitana para atuar com eficiência e sensibilidade no atendimento às mulheres em situação de violência, de modo a integrar a corporação nas estruturas que vão tratar de maneira efetiva o combate à violência.

Outras ações prometem complementar a atenção da gestão às demandas das mulheres, como a ampliação de vagas na rede de educação municipal, programa para a qualificação e acesso de jovens ao primeiro emprego e apoio à economia criativa.

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