Justiça condena Cerveró a 12 anos de prisão

Alberto Youssef, que também era réu no caso, foi absolvido. Júlio Camargo vai cumprir apenas cinco anos em regime aberto por ter feito acordo de delação premiada

Por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, foi condenado a 12 anos de prisão. Também julgados pelo juiz federal Sérgio Moro, o lobista Fernando Soares e o empresário Julio Camargo receberam pena de 16 e 14 anos, respectivamente.

O doleiro Alberto Youssef também era réu no caso e foi absolvido. Moro considerou que faltaram provas sobre a participação de Youssef nas operações de lavagem de dinheiro denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF).

Camargo firmou acordo de delação premiada e, portanto, vai cumprir apenas cinco anos de prisão em regime aberto com prestação de serviços comunitários. Todos os três condenados também deverão pagar multa.

Cabe recurso à decisão.

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