Uma decisão judicial autorizou que a Polícia Civil tenha acesso ao conteúdo do celular do policial militar Rafael Martins Mendonça, que é suspeito de matar a mulher e a enteada, além de balear outra enteada de 5 anos. Esse pedido tinha sido feito pelo delegado Adelson Candeo no dia 27 de dezembro,

Na decisão, a juíza Lília Maria de Souza explica que “é inadmissível que o sigilo das comunicações telefônicas funcione como um escudo da impunidade. O direito a intimidade/privacidade não pode ser utilizado como salvaguarda para a prática de ilícitos”.

No último dia 14 de dezembro, o suspeito teria matado a mulher e a enteada depois de dar pelo menos 20 disparos dentro de casa. A arma chegou a ser descarregada. A mulher foi atingida com 8 tiros e ela teria ajoelhado para implorar que o companheiro não matasse as filhas. A de três anos morreu depois de levar cinco tiros e a de cinco anos sobreviveu aos três tiros que levou. Essa última já recebeu alta do hospital enquanto que o suspeito segue preso.