Indústria goiana vê em Ministério da Defesa potencial ampliação de negócios

Debate sobre o tema foi promovido por comitê da Fieg durante a 1ª Expo Anápolis. Área da Segurança movimenta R$ 7,7 bilhões por ano

Como parte da programação da 1ª Expo Anápolis, realizada entre os dias 28 e 31 de agosto, o Comitê da Indústria de Defesa e Segurança de Goiás (Comdefesa/Fieg) promoveu uma série de palestras marcadas pela busca pela ampliação dos negócios do empresariado goiano.

A rodada de palestras contou com participação de presidentes de sindicatos das indústria e empresários de todo o Estado. Como tom geral ficou destacado o interesse em consolidar Goiás e a cidade de Anápolis como polo estratégico para o fornecimento de serviços e produtos ao Ministério da Defesa.

A rodada de palestras incluiu exposições dos setores de projetos e compras governamentais do Ministério da Defesa, abordando as oportunidades para as indústrias interessadas em se cadastrar como fornecedoras de produtos para as Forças Armadas. A área movimenta cerca de R$ 7,7 bilhões anualmente.

Com foco no desenvolvimento de produtos com viés tecnológico, os palestrantes foram enfáticos em defender a parceria do setor produtivo com o mundo acadêmico na pesquisa e viabilização de soluções inovadoras para as forças de defesa e segurança.

O presidente do Comdefesa Goiás, Anastácios Dagios, explicou que vários setores da indústria podem se beneficiar com a implantação do Polo da Indústria de Defesa em Anápolis e que o Estado tem diferenciais logísticos que trazem competitividade ao que é produzido no município. “Literalmente, o mercado de compras governamentais para a área de defesa e segurança vai do alfinete ao foguete”, disse.

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