“Incentivo dado hoje não necessariamente é convertido em menores preços ao consumidor”, diz secretária

Relator da CPI questionou por que empresas que recebem descontos de ICMS muitas vezes vendem um produto mais caro que outras que não recebem

Em oitiva na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos incentivos fiscais, na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), a secretária da Economia, Cristiane Schmidt, falou sobre a relação incentivos fiscais e preço final ao consumidor.

O deputado estadual Humberto Aidar (MDB), que é relator da CPI, questionou por que empresas que recebem incentivos fiscais muitas vezes vendem um produto mais caro que outras que não recebem. E, para isso, citou o exemplo de uma pesquisa feita, que mostrou que os mesmos artigos comparados em outras lojas e na Novo Mundo, que é beneficiada, estavam mais caros na última.

A titular disse que, em resumo, o que ocorre é que a forma com que os incentivos são dados hoje não garante que o preço do produto para o consumidor seja mais barato. “Então para que estamos dando benefícios? Somente para aumentar o lucro da empresa, é um dinheiro que o Estado está deixando de adquirir apenas”, completou.

 

 

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