Gêmeas siamesas separadas em Goiânia seguem em estado grave, mas respiram sem aparelhos

Segundo assessoria do Hospital Estadual Materno-Infantil Dr. Jurandir do Nascimento (HMI), não há previsão de alta

De acordo com boletim médico divulgado nesta terça-feira (28/8), as gêmeas que passaram por cirurgia de separação no último dia 23 seguem internadas em estado grave na UTI do Hospital Estadual Materno-Infantil Dr. Jurandir do Nascimento (HMI). As duas, porém, já respiram espontaneamente, sem a ajuda de aparelhos, pela primeira vez.

Segundo a assessoria do hospital, as gêmeas se alimentam por meio de dieta líquida, via sonda nasogástrica. Não há previsão de alta.

Cirurgia

A cirurgia foi feita de forma emergencial devido ao quadro de uma das gêmeas, que possui uma cardiopatia cianogênica grave. Cerca de 15 profissionais participaram da cirurgia, entre cirurgiões pediátricos, anestesistas, ortopedistas, médicos intensivistas, cirurgiões plásticos, cirurgiões vasculares, pediatras, biomédicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e cardiologista, liderados pelo cirurgião pediátrico Zacharias Calil.

As irmãs, que nasceram com 37 semanas de gestação, eram unidas pelo tórax e abdômen, compartilhando apenas o fígado. Juntas, elas pesavam 4.785 quilogramas.

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