Futuro secretário da Casa Civil promete uma pasta “eminentemente técnica”

Anderson Máximo de Holanda disse, ainda, que maiores desafios é “trazer mais eficiência ao serviço publico, menos gastos e uma diminuição da máquina”

Procurador do Estado Anderson Máximo de Holanda, secretário da Casa Civil | Foto: Lívia Barbosa

O procurador do Estado Anderson Máximo de Holanda anunciado nesta sexta-feira, 21, pelo governador eleito Ronaldo Caiado (DEM), como o futuro responsável pela Secretaria de Estado da Casa Civil, uma das pastas mais importantes do governo falou, durante coletiva, que quer transformar “efetivamente” o órgão em um lugar que dê “respaldo da segurança jurídica para a edição dos atos normativos, para a condução do governo”.

Especializado em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Federal de Goiás, Anderson afirmou que Caiado lançou desafios para a Casa Civil, dentre eles, de que tenha perfil técnico. “Faremos com tenha um perfil eminentemente técnico para que seja esse braço importante e dê a segurança jurídica não somente ao governador mas a todos os componentes de governo e para os cidadãos”, declarou.

Além disso, o futuro secretário também respondeu perguntas sobre o projeto da Reforma Administrativa do Estado. “Temos trabalhado desde o início com a elaboração da proposta da reforma, e temos ajustes finais”, afirmou, completando de que um dos desafios é a cautela de “trazer mais eficiência ao serviço público, menos gastos e uma diminuição da máquina”.

Sobre secretarias indiretas, como a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), ainda não há “tratativas”. Anderson confirmou que será algo ainda a ser discutido. O procurador concluiu sua fala reforçando que buscará, junto a Caiado, trabalhar sob uma nova forma de gerir Goiás, e fazer a diferença nas unidades assumidas. “Queremos implementar, até mesmo dentro da Casa Civil, uma lei de complaince”, terminou.

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