O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) chamou a atenção durante a sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo, nesta sexta-feira, 28, ao aparecer com três anotações escritas na palma da mão. As palavras eram “Mudança”, “Futuro” e “7/set”. 

As mensagens estavam relacionadas a pontos explorados pela campanha presidencial e à mobilização marcada para o Dia da Independência. A anotação “7/set” fazia referência ao ato convocado para 7 de setembro, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Já os termos “Mudança” e “Futuro” estão associados ao discurso adotado por Flávio durante a campanha, na tentativa de apresentar sua candidatura como alternativa ao atual governo. 

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Flávio Bolsonaro (PL) traz anotações na mão durante entrevista à Globo –  Reprodução/TV Globo

Ato marcado para 7 de setembro

A manifestação mencionada na anotação está prevista para começar às 15h na Avenida Paulista. A mobilização integra a estratégia do PL e de aliados para reunir apoiadores no feriado da Independência.

O local já foi utilizado em diferentes ocasiões para manifestações ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em 2021, ainda no cargo, Bolsonaro participou de um ato na avenida e fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante a campanha eleitoral de 2022, o então presidente voltou a convocar apoiadores para manifestações no 7 de Setembro. Dois anos depois, já fora do Palácio do Planalto, participou novamente de uma mobilização na Paulista. Na ocasião, manifestantes fizeram críticas a Moraes e defenderam o impeachment do ministro. 

Jair Bolsonaro também usou anotações na mão

A estratégia adotada por Flávio lembra um episódio protagonizado pelo pai durante a campanha presidencial de 2022. Naquele ano, Jair Bolsonaro também compareceu a uma sabatina do Jornal Nacional com palavras escritas na mão.

Na ocasião, as anotações eram “Nicarágua”, “Argentina”, “Colômbia” e “Dario Messer”. Os três países eram governados naquele momento por políticos de esquerda, enquanto Messer ficou conhecido como o “doleiro dos doleiros”. 

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